sexta-feira, fevereiro 29, 2008

Fellini & Cia


Há países assim! para além de preservar os seus monumentos, dedicam-se a preservar, também, a sua memória colectiva. São momentos de se tirar o chapéu e fazer a respectiva vénia.
Cem filmes italianos, foram hoje classificados como "bens culturais", pelo que serão restaurados e protegidos como os restantes monumentos nacionais de Itália.
A decisão foi tomada por uma comissão de especialistas, criada no Festival de Cinema de Veneza e apoiada pelo ministério da Cultura italiano, que hoje apresentou a lista dos filmes na Casa do Cinema, em Roma.
As 100 películas foram seleccionadas do período entre 1942 e 1978, ou seja, desde o princípio do "neo-realismo" italiano, surgido na Segunda Guerra Mundial, aos chamados "anos de chumbo", na década de 70, quando o país sofreu graves atentados de carácter político.
O realizador que se destaca do conjunto é Fellini, que conta com sete filmes na lista, entre os quais "La Strada" (1954), "La Dolce Vita" (1960), "Oito e Meio" (1963) e "Amarcord" (1974).
Segue-se-lhe Luchino Visconti, com seis filmes, desde "Obsessão" (1943) até "O Leopardo" (1963) e, logo atrás, Vittorio di Sica, com cinco, incluindo "Ladrões de Bicicletas" (1948). Rosi também tem cinco filmes, destacando-se "Salvatore Giuliano" de 1962.
Michelangelo Antonioni, tem três filmes "Cronaca di un'amore" (1950), "Il grido" (1957) e "L'eclisse" (1962).
Bernardo Bertolucci, tem dois filmes nesta lista, "Il Conformista" (1970 e "Novecento" (1976), tantos como Ettore Scola, "C'eravamo tanto amati" (1974) e "Una giornata particolare" (1977) e como Pier Paolo Pasolini, "Comizi d'amore" (1965) e "Uccellacci e uccellini" (1966).
Também constam da lista "Europa 51" e "Roma, Cidade Aberta" (1951), de Roberto Rossellini, e "Polícias e Ladrões" (1951), de Mário Monicelli.
Juntamente com os filmes destes e outros cineastas, também ficarão preservados os rostos de actores e actrizes como Vittorio Gassman, Marcelo Mastroianni, Toto, Alberto Sordi, Silvana Mangano, Anna Magnani, Gina Lollobrigida e Sophia Loren.

quinta-feira, fevereiro 28, 2008

As Meias de Vidro


A mais vulgar aplicação do nylon é nas charmosas meias de vidro, um dos símbolos do glamour. As meias de vidro foram lançadas a 27 de Outubro em 1938, na Feira Mundial de Nova Iorque, com um grande sucesso. As mulheres aderiram imediatamente às meias de nylon porque eram tão bonitas como as meias de seda, eram mais baratas e duravam muito mais por muito tempo, além que podiam ser tão finas, que dava a sensação de não as usarem.
Com o advento da Segunda Guerra Mundial o nylon teve uma larga utilização no fabrico de pára-quedas, pneus, tendas, cordas, fatos impermeáveis, o que fez praticamente desaparecer a produção de meias.
Após o fim da Segunda Guerra Mundial, as meias de nylon foram mundialmente difundidas, e tornaram-se uma peça comum em todos os guarda-vestidos das senhoras de todo o mundo. Nos anos sessenta com a introdução da mini-saia de Mary Quant e a criação dos collants, o nylon teve uma expansão sem precedentes.
Para que tudo isto acontecesse, anos antes, mais propriamente a 28 de Fevereiro de 1935, o professor de Química americano W.H. Carothers tinha criado uma fibra sintética, na empresa americana da DuPont, a que deu o nome de Nylon. A origem do nome, é ambígua mas é mais comummente aceite, que a palavra deriva da junção de NY (Nova Iorque, em inglês) e LON (Londres), as duas cidades onde o nylon foi inicialmente fabricado. O nylon foi a primeira de todas as fibras sintéticas, feita a partir do petróleo, gás natural, ar e água, através de complexos processos industriais.
"A nova fibra era forte como o aço e delicada como uma teia de aranha", diziam os fabricantes, tendo passado a ser utilizada para fazer escovas de dentes, cordas, artigos moldados e vestuário. Embora tenha todas estas aplicações, o nylon é conhecido pelo seu uso no campo dos tecidos.
Wallace Hume Carothers (27 de Abril de 1896 – 29 de Abril de 1937), nasceu em Burlington, Iowa. Licenciou-se em Química, no Colégio Tarkio, no Missouri, tendo feito posteriormente o mestrado na Universidade de Illinois, onde obteve o doutoramento em 1924.
Em 1927, Carothers foi convidado para chefiar um projecto de investigação na empresa americana E. J. DuPont, com o objectivo de desenvolver um novo material sintético que pudesse ser fabricado em quantidade, tivesse a leveza da seda e fosse de elevada resistência. Na DuPont chefiou uma equipa de pesquisadores em Wilmington que obteve resultados notáveis. No campo prático foram sintetizados e patenteados o nylon (1935) e o neoprene (1937), produtos que viriam a revolucionar a indústria e de larga utilidade comercial. Foi eleito director associado do Journal of the American Chenical Society (1929) e do Organic Synthesis (1930), as duas mais conceituadas publicações sobre química dos Estados Unidos. Também foi eleito para a Academia de Ciências Norte-Americana (1936), tornando-se o primeiro químico dedicado à pesquisa industrial a receber esta distinção. Suicidou-se em 29 de Abril de 1937.

quarta-feira, fevereiro 27, 2008

Incêndio no Reichstag


Na noite de 27 de Fevereiro de 1933 houve um incêndio no parlamento alemão, o Reichstag, que viria a mudar o curso da História Mundial, ao ser o principal impulsionador da ascensão de Adolf Hitler ao poder. Quando a polícia chegou ao Reichstag, encontrou o holandês Marinus van der Lubbe de 24 anos de idade, que foi imediatamente torturado pela Gestapo de forma a confessar que tinha iniciado o incêndio.
Para além de Marinus van der Lubbe, a polícia alemã acusou outros quatro comunistas de cumplicidade no acto de provocarem o incêndio no Reichstag. Entre esses comunistas encontrava-se o presidente do partido comunista Georgi Dimitrov.
Marinus van der Lubbe foi considerado culpado e executado a 10 de Janeiro de 1934. Os restantes acusados foram absolvidos, tendo Hitler decidido que os futuros casos de traição deixariam de ser julgados pelo Supremo Tribunal Alemão passando a ser julgados por um Tribunal do Povo cujos membros seriam nazistas.
Segundo o historiador
William L. Shirer, está provado “para além de qualquer dúvida razoável” que o incêndio no edifício do Reichstag, foi perpetrado por um grupo de comandos de Hitler que utilizou combustíveis líquidos para acelerar a combustão e provocar rapidamente um imenso braseiro. Marinus van der Lubbe, terá sido apenas um bode expiatório, manipulado pelos nazistas. Antes de o incêndio estar apagado, Adolf Hitler apressou-se a responsabilizar os comunistas por aquele horror.
Depois da máquina de propaganda nazista ter feito com que se passasse mensagens contra os comunistas na imprensa a propósito da cobertura jornalística do incêndio, Hitler fez com que o fragilizado presidente von Hindenburg declarasse o estado de emergência e autorizasse o decreto que permitia, entre outras coisas, limitar a liberdade de imprensa e de expressão.
Começou então a perseguição aos comunistas. Todas as actividades políticas, encontros e publicações dos partidos anti-nazis foram banidas, tendo, igualmente, sido decretado que qualquer campanha contra os nazis seria considerada ilegal.
Os jornais e a rádio controlados pelos nazis publicavam provas falsas da conspiração comunista, afirmando que apenas Hitler e os nazis eram capazes de prevenir a chegada ao poder dos comunistas.
A 5 de Março de 1933 foram realizadas as últimas eleições livres na Alemanha, tendo os nazistas obtido 44% dos votos para o Reichstag, praticamente a maioria absoluta.
A inacreditável máquina de terror e morte idealizada pelos nazis iria começar a ser engrenada.
O mundo não estava preparado para o vendaval de loucura assassina, que se seguiria até ao final da Segunda Guerra Mundial.

terça-feira, fevereiro 26, 2008

Merda d'artista


Na semana passada, de visita a Londres entrei em contacto com a arte de Piero Manzoni (1933-1963), até aí um completo desconhecido, especialmente com a sua lata Merda d’artista, aqui reproduzida em fotografia.
Em Maio de 1961, Piero Manzoni fez 90 latas de conserva com a etiqueta "Merda d’artista" escrita em italiano, francês, inglês, alemão e numeradas de 1 a 90.
A lata contém excrementos do artista, industrialmente fechada, com o peso líquido de 30 gramas e na época, Piero Manzoni propôs vender cada uma das latas, ao preço equivalente em ouro. O mais incrível de tudo é que as vendeu.
A explicação artística para este sucesso, é que a Merda d’artista, alude metaforicamente com ironia à origem profunda do trabalho do artista e no sentido mais basto, ao Homem que produz com criatividade.
Actualmente, esta lata de merda, encontra-se em diversos museus e colecções particulares por todo mundo, a número 4 por exemplo, está exposta no Tate Modern de Londres e o seu valor está estimado em trinta mil Euros.
Este sucesso faz-me concluir: que há ideias de merda brilhantes.

segunda-feira, fevereiro 25, 2008

Óscares 2008


Apresentação: Jon Stewart

Auditório: Kodak Theatre de Hollywood & Highland Center (Los Angeles)

Filme: Este País Não É Para Velhos de Joel e Ethan Coen

Realizador: Joel e Ethan Coen, por Este País Não É Para Velhos

Actor: Daniel Day-Lewis, por Haverá Sangue

Actriz: Marion Cotillard, por La Vie en Rose

Actor Secundário: Javier Bardem, por Este País Não É Para Velhos

Actriz Secundária: Tilda Swinton, por Michael Clayton - Uma Questão de Consciência
Argumento Original: Diablo Cody, por Juno

Argumento Adaptado: Joel Coen e Ethan Coen, por Este País Não É Para velhos

Fotografia: Robert Elswit, por Haverá sangue

Direcção Artística: Dante Ferreti e Francesca Lo Schiavo, por Sweeney Todd: O Terrível Barbeiro de Fleet Street

Som: Karen Baker Landers e Per Hallberg, por The Bourne Ultimatum

Canção: Glen Hansard e Marketa Irglova (letra e música), por "Falling Slowly", em Once

Banda Sonora Original: : Dario Marianelli, por Expiação

Montagem: Christopher Rouse, por The Bourne Ultimatum

Guarda-Roupa: Alexandra Byrne, por Elizabeth: A Idade de Ouro

Caracterização: Didier Lavergne e Jan Archibald, por La Vie en Rose

Efeitos Visuais: Michael Fink, Bill Westenhofer, Ben Morris e Trevor Wood, por The Golden Compass

Efeitos de Som: Scott Millan, David Parker e Kirk Francis, por The Bourne Ultimatum

Curta-metragem de ficção: Le Mozart des Pickpockets, de Philippe Pollet-Villard

Curta-metragem de Animação: Peter & the Wolf, de Suzie Templeton e Hugh Welchman

Documentário curta-metragem: Freeheld, de Cynthia Wade e Vanessa Roth

Documentário Longa-metragem: Taxi to the Dark Side, de Alex Gibney e Eva Orner

Filme de Animação: Ratatui de Brad Bird

Filme Estrangeiro: The Counterfeiters (Os falsificadores) de Stefan Ruzowitzky (Áustria)

Óscar Honorário: Robert Boyle, pelo reconhecimento de uma das maiores careiras do cinema na direcção artística.

A Noite dos Óscares


“Este país não é para velhos”, o filme dos irmãos Joel e Ethan Coen foi o grande vencedor da noite dos Óscares de Hollywood ao arrecadar duas das estatuetas mais desejadas, a de melhor filme e a de melhor realizador.
Uma noite bem europeia em Hollywood já que boa parte dos prémios atribuídos anualmente pela Academia de Cinema de Hollywood foi parar às mãos de europeus.
O prémio grande da noite veio para a Europa com o filme “Este país não é para velhos”, dos irmãos Coen, que saíram da sala com as estatuetas correspondentes aos prémios de melhor filme, melhor realizador, melhor actor secundário e melhor guião adaptado.
O britânico Daniel Day-Lewis, no filme “Haverá sangue” e a francesa Marion Cotillard, na película “La vie en rose”, arrecadaram os prémios para melhor actor e melhor actriz, enquanto o espanhol Javier Bardem venceu a estatueta para melhor actor secundário em “Este país não é para velhos”.
Os prémios para europeus prosseguiram com a britânica Tilda Swinton, em “Michael Clayton”, que recebeu a estatueta para melhor actriz secundária, e o italiano Dário Marianelli com a melhor banda sonora no filme “Expiação”.
Voltando ao filme dos irmãos Coen a noite dos Óscares não podia ter corrido melhor com quatro prémios, entre os quais dois dos mais ambicionados: melhor filme, melhor realizador, melhor actor secundário e melhor guião adaptado, a partir do romance homónimo de Cormac McCarthy.
O filme “Este país não é para velhos” concorria a oito prémios e tinha como principal rival o filme “Haverá sangue”, também candidato em oito categorias, mas que apenas conseguiu duas vitórias: melhor fotografia e melhor actor, Daniel Day-Lewis.

domingo, fevereiro 24, 2008

Óscares:As Minhas Apostas


Com apresentação de Jon Stewart, realiza-se esta noite no Kodak Theatre de Hollywood & Highland Center, em Los Angeles, a 80.ª cerimónia de entrega dos Óscares pela Academia das Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood, com transmissão televisiva para Portugal, pela TVI, a partir das 01.00.
Aqui deixo as minhas apostas para esta noite:

Filme: Este País Não É Para Velhos, (No Country For Old Men), de Ethan e Joel Coen

Realizador: Paul Thomas Anderson, por Haverá Sangue (There Will Be Blood)

Actor: Johnny Depp, por Sweeney Todd, O Terrível Barbeiro de Fleet Street (Sweeney Todd The Demon Barber of Fleet Street)

Actriz: Ellen Page, por Juno (Juno)

Actor Secundário: Javier Bardem, por Este País Não É Para Velhos (No Country For Old Men)

Actriz Secundária: Cate Blanchett, por Não Estou Aí (I'm Not There)

Filme de Animação: Ratatui (Ratatouille) de Brad Bird

Argumento Adaptado: Ethan e Joel Coen, por Este País Não É Para Velhos, (No Country For Old Men)

Argumento Original: Diablo Cody, por Juno

segunda-feira, fevereiro 18, 2008

Johnny Depp


Johnny Depp nasceu a 9 de Junho de 1963, em Owensboro, no Estado americano do Kentucky. A sua carreira na sétima arte começou em 1984 com pequenos desempenhos, nos filmes Pesadelo em Elm Street (1984), e no filme de Oliver Stone, Platoon – Os Bravos do Pelotão, de 1986.
Neste princípio de carreira, seria a televisão a catapultar Johnny Depp para a fama com a série Rua Jump, 21, que fez dele um verdadeiro ícone da juventude.
Em 1990 Johnny Depp conheceu o realizador Tim Burton, e com ele faria uma parceria, recheada de momentos cinematográficos do melhor que existe nos últimos 20 anos.
Com Tim Burton, Depp fez seis excelentes filmes: Eduardo Mãos de Tesoura (1990), Ed Wood (1994), A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça (1999), deu a voz a Victor Van Dort, em A Noiva Cadáver (2005), foi Willy Wonka em Charlie e a Fábrica de Chocolate (2005).
Com produção em 2007, fizeram o filme Sweeney Todd, O Terrível Barbeiro de Fleet Street . Com este filme obtém a sua terceira nomeação para o Óscar de melhor actor do ano e muito provavelmente será o vencedor.
Outra das colaborações de sucesso de Johnny Depp é com o realizador Gore Verbinski, na saga o Pirata das Caraíbas. Nesta saga, Johnny Depp é o divertido e excêntrico Capitão Jack Sparrow, que começou em 2003 com Piratas das Caraíbas: A Maldição do Pérola Negra, onde recebeu a sua primeira nomeação ao Óscar, seguindo-se Piratas das Caraíbas: O Cofre do Homem Morto (2006) e finalmente Piratas das Caraíbas nos Confins do Mundo (2007).
Em 2004, com o filme À Procura da Terra do Nunca, recebe a sua segunda nomeação para o Óscar.
Fazem parte da filmografia de Johnny Depp os seguintes filmes: O Libertino (2004), A Janela Secreta (2004), Era uma Vez no México (2003), A Verdadeira História de Jack, O Estripador (2001), Profissão de Risco (2001), Um Homem Chora (2000), Chocolate (2000), Antes que Anoiteça (2000), A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça (1999), A Nona Porta (1999), A Mulher do Astronauta (1999), Delírio em Las Vegas (1998), O Bravo (1997), Donnie Brasco (1997), Conman (1996), Homem Morto (1995), Minutos Contados (1995), Don Juan Demarco (1995), Arizona (1993), Gilbert Grape (1993), Benny e Joon (1993), O Último Pesadelo em Elm Street (1991), Quem Não Chora Não... Ama (1990).
A sua afinidade em interpretar personagens excêntricas e com notáveis desempenhos, fizeram dele uma autêntica lenda viva no universo “de Hollywood”.

Óscares:2006

Apresentação: Ellen Degeneres

Auditório: Kodak Theatre de Hollywood & Highland Center (Los Angeles)

Filme: The Departed, de Martin Scorsese

Realizador: Martin Scorsese, por The Departed

Actor: Forest Whitaker, por The Last King of Scotland

Actriz: Helen Mirren, por The Queen

Actor Secundário: Alan Arkin, por Little Miss Sunshine

Actriz Secundária: Jennifer Hudson , por Dreamgirls

Argumento Original: Michael Arndt, por Little Miss Sunshine

Argumento Adaptado: William Monahan, por The Departed

Fotografia: Guillermo Navarro Pan’s Labyrinth

Direcção Artística: Eugenio Caballero e Pilar Revuelta, por Pan’s Labyrinth

Som: Michael Minkler, Bob Beemer e Willie Burton, por Dreamgirls

Canção: Melissa Etheridge, “I Need To Wake Up”, An Inconvenient Truth

Banda Sonora Original: Gustavo Santaolalla, por Babel

Montagem: Thelma Schoonmaker, por The Departed

Guarda-Roupa: Milena Canonero, por Marie Antoinette

Caracterização: David Martí and Montse Ribé, por Pan’s Labyrinth

Efeitos Visuais: John Knoll, Hal Hickel, Charles Gibson e Allen Hall, por Pirates of the Caribbean: Dead Man’s Chest

Efeitos de Som: Alan Robert Murray e Bub Asman, por Letters from Iwo Jima

Curta-metragem de ficção: West Bank Story, de Ari Sandel

Curta-metragem de Animação: TheDanish Poet , de Torill Kove

Documentário curta-metragem: The Blood of Yingzhou District, de Ruby Yang e Thomas Lennon

Documentário Longa-metragem: An Inconvenient Truth, de Davis Guggenheim e Al Gore

Filme de Animação: Happy Feet, de George Miller

Filme Estrangeiro: The Lives of Others (As Vidas dos Outros), de Florian Henckel von Donnersmarck (Alemanha)

Prémio Humanitário Jean Hersholt: Sherry Lansing

Óscar Honorário: Ennio Morricone, pelas magníficas e multifacetadas contribuições no campo da música para filmes.

Sean Penn


Sean Justin Penn, nasceu a 17 de Agosto de 1960, em Santa Mónica, Califórnia. Os pais de Sean, viviam da sétima arte. O pai, Leo Penn era realizador e a mãe Eileen Ryan actriz. Sean Penn iniciou a carreira de actor em 1981, com a sua participação no filme Taps – O Clarim da Revolta. Seguiu-se o filme de Amy Heckerling, Viver Depressa.
Seguiram-se notáveis interpretações, nos filmes O Jogo do Falcão (1985) de John Schlesinger, Homens à Queima Roupa (1986) de James Foley, Los Angeles a Ferro e Fogo (1988) de Dennis Hopper , Ninguém é Santo (1989) de Neil Jordan, Corações de Aço (1989) de Brian De Palma. Sean Penn tinha construído durante a década de oitenta a reputação de ser perfeccionista nos papéis que desempenhava, no entanto era mais conhecido por ser casado com Madonna, do que pela sua performance no cinema. Nos finais da década, 1989, Sean Penn divorciou-se de Madonna, e começaria a nova década a brilhar.
Em 1990, entra no filme Anjos Caídos, de Phil Joanou e no ano seguinte estreia-se como realizador, com o filme União de Sangue. Segue-se o filme de Brian De Palma, Perseguido pelo Passado, ao lado de Al Pacino. Em 1995 com o filme A Última Caminhada, de Tim Robbins, consegue a sua primeira nomeação ao Óscar. Nesse mesmo ano realiza o filme Acerto Final.
Nos finais dos anos noventa Sean Penn é um actor maduro e em grande forma. Em 1997, entra no filme de David Fincher, O Jogo, seguindo-se, Sem Retorno, de Oliver Stone, Os Excessos do Amor, A Barreira Invisível e Através da Noite do realizador Woody Allen, filme pelo qual teve a nomeação ao Óscar de melhor actor.
O novo século, traz Sean Penn para a ribalta de Hollywood, quer pelas suas interpretações, quer pelas suas criticas, a Hollywood e às políticas do governo federal norte-americano.
Em 2000 entra no filmes Paixão em Florença e Antes que Anoiteça, seguindo-se o filme de Jessie Nelson, A Força do Amor, num dos papéis mais comoventes dos últimos anos, e que lhe valeu a nomeação pela terceira vez ao Óscar da Academia. Nesse ano, dirige também o filme A Promessa.
Em 2003, Sean Penn tem o melhor ano como actor ao fazer 3 excelentes filmes: O Amor é Tudo, de Thomas Vinterberg, Mystic River de Clint Eastwood e 21 Gramas, de Alejandro González Iñárritu. As interpretações são superiores, quer em 21 Gramas quer em Mystic River. Com este filme receberia finalmente o Óscar de melhor actor.
Em 2004, entra no filme O Assassínio de Richard Nixon, seguindo-se A Intérprete (2005) e O Caminho do Poder (2006).
Em 2007, realiza O Lado Selvagem, baseado numa história verídica e no best seller de Jon Krakauer. Conta a história de Christopher McCandless, que depois de se formar na Universidade de Emory em 1992, abandona todas as suas posses, oferecendo as suas poupanças de 24 mil dólares à caridade, para ir viver para o Alasca.
Quem em 1984 disse que Sean Penn era uma das 10 maiores promessas do cinema norte-americano, não se enganou. Juntamente com Tom Hanks e Denzel Washington, são reconhecidos como os três maiores actores da sua geração.

Óscares:2005

Apresentação: Jon Stewart

Auditório: Kodak Theatre de Hollywood & Highland Center (Los Angeles)

Filme: Crash, de Paul Haggis

Realizador: Ang Lee, por Brokeback Mountain

Actor: Philip Seymour Hoffman, por Capote

Actriz: Judi Dench por Mrs. Henderson Presents

Actor Secundário: George Clooney, por Syriana

Actriz Secundária: Rachel Weisz, por The Constant Gardener

Argumento Original: Paul Haggis e Bobby Moresco, por Crash

Argumento Adaptado: Larry McMurtry e Diana Ossana, por Brokeback Mountain

Fotografia: Dion Beebe, por Memoirs of a Geisha

Direcção Artística: John Myhre e Gretchen Rau, por Memoirs of a Geisha

Som: Christopher Boyes, Michael Semanick, Michael Hedges and Hammond Peek, por King Kong

Canção: Jordan Houston, Cedric Coleman and Paul Beauregard (música e letra) por “It´s Hard Out Here for a Pimp”, em Hustle and Flow

Banda Sonora Original: Gustavo Santaolalla, por Brokeback Mountain

Montagem: Hughes Winborne, por Crash

Guarda-Roupa: Colleen Atwood por Memoirs of a Geisha

Caracterização: Howard Berger and Tami Lane, por the Chronicles of Narnia: the Lion, the Witch and the Wardrobe

Efeitos Visuais: Joe Letteri, Brian Van’t Hul, Christian Rivers e Richard Taylor, por King Kong

Efeitos de Som: Mike Hopkins e Ethan Van der Ryn, por King Kong

Curta-metragem de ficção: Six Shooter, de Martin McDonagh

Curta-metragem de Animação: The Moon and the Son: An Imagined Conversation, de John Canemaker e Peggy Stern

Documentário curta-metragem: A Note of Trimph: The Golden Age of Norman Corwin, de Corinne Marrinan e Eric Simonson

Documentário Longa-metragem: March of the Penguins, de Luc Jacquet e Yves Darondeau

Filme de Animação: Wallace & Gromit in the Curse of the Were-Rabbit, de Nick Park e Steve Box

Filme Estrangeiro
: Tsotsi, de Gavin Hood (África do Sul)

Óscar Honorário: Robert Altman, pelo conjunto da sua obra.

Óscares:2004


Apresentação: Chris Rock

Auditório: Kodak Theatre de Hollywood & Highland Center (Los Angeles)

Filme: Million Dollar Baby, de Clint Eastwood

Realizador: Clint Eastwood, por Million Dollar Baby

Actor: Jammie Foxx, por Ray

Actriz:Hilary Swank, por Million Dollar Baby

Actor Secundário: Morgan Freeman, porMillion Dollar Baby

Actriz Secundária: Cate Blanchet, por The Aviator

Argumento Original: Charlie Kaufman, Michel Gondry e Pierre Bismuth , por Eternal Sunshine of the Spotless Mind

Argumento Adaptado: Alexander Payne e Jim Taylor, por Sideways

Fotografia: Robert Richardson, por The Aviator

Direcção Artística: Francesca Lo Schiavo e Dante Ferretti, por The Aviator

Som: Scott Millan, Greg Orloff, Bob Beemer e Steve Cantamessa, por Ray

Canção: Jorge Drexler (música e letra) por “Al Otro Lado Del Rio”, em The Motorcycle Diaries

Banda Sonora Original: Jan A.P. Kaczmarek , por Finding Neverland

Montagem: Thelma Schoonmaker, por The Aviator

Guarda-Roupa: Sandy Powell por The Aviator

Caracterização: Valli O’Reilly e Bill Corso, por Lemony Snicket’s A Séries of Unfortunate Events

Efeitos Visuais: John Dykstra, Scott Stokdyk, Anthony LaMolinara and John Frazier, por Spider-Man2

Efeitos de Som: Michael Silvers E Randy Thom, por The Incredibles

Curta-metragem de ficção: Wasp, de Andrea Arnold

Curta-metragem de Animação: Ryan, de Chris Landreth

Documentário curta-metragem: Mighty Times: The Children’s March, de Robert Hudson e Bobby Houston

Documentário Longa-metragem: Born Into Brothels, de Ross Kauffman e Zana Briski

Filme de Animação: The Incredibles, de Brad Bird

Filme Estrangeiro: Mar Adentro, de Alejandro Amenbar (Espanha)

Prémio Humanitário Jean Hersholt: Roger Mayer

Óscar Honorário: Sidney Lumet, em reconhecimento dos seus brilantes serviços aos argumentistas, actores e à arte do cinema.

Óscares:2003


Apresentação: Billy Crystal

Auditório: Kodak Theatre de Hollywood & Highland Center (Los Angeles)

Filme: The Lord of the Ring: the Return of the King, de Peter Jackson

Realizador: Peter Jackson, por the Lord of the Ring: the Return of the King

Actor: Sean Penn, por Mystic River

Actriz: Charlize Theron, por Monster

Actor Secundário: Tim Robbins, por Mystic River

Actriz Secundária: Renée Zellweger, por Cold Mountain

Argumento Original: Sofia Coppola, por Lost in Translation

Argumento Adaptado: Fran Walsh, Philippa Boyens e Peter Jackson, por the Lord of the Ring: the Return of the King

Fotografia: Russell Boyd, Master and Commander: The Far Side of the World

Direcção Artística: Dan Hennah e Alan Lee, por The Lord of the Ring: The Return of the King

Som: Christopher Boyes, Michael Semanick, Michael Hedges e Hammond Peek , por The Lord of the Ring: The Return of the King

Canção: Fran Walsh, Howard Shore e Annie Lennox (música e letra), por “Into the West”, em The Lord of the Ring: The Return of the King

Banda Sonora Original: Howard Shore, por The Lord of the Ring: The Return of the King

Montagem: Jamie Selkirk, por The Lord of the Ring: The Return of the King

Guarda-Roupa: Ngila Dickson e Richard Taylor, por The Lord of the Ring: The Return of the King

Caracterização: Richard Taylor e Peter King, por The Lord of the Ring: The Return of the King

Efeitos Visuais: Jim Rygiel, Joe Letteri, Randall William Cook e Alex Funke , por The Lord of the Ring: The Return of the King

Efeitos de Som: Richard King, por Master and Commander: The Far Side of the World

Curta-metragem de ficção: Two Soldiers, de Aaron Schneider e Andrew J. Sacks

Curta-metragem de Animação: Harvie Krumpet, de Adam Elliot

Documentário curta-metragem: Chernobyl Heart, de Maryann DeLeo

Documentário Longa-metragem: The Fog of War, de Errol Morris e Michael Williams

Filme de Animação: Finding Nemo, de Andrew Stanton e Lee Unkrich

Filme Estrangeiro:The Barbarian Invasions, de Denys Arcand (Canadá)

Óscar Honorário: Blake Edwards, em reconhecimento do seu trabalho como argumentista, realizador e produtor.

domingo, fevereiro 17, 2008

Hilary Swank


Hilary Ann Swank nasceu a 30 de Julho de 1974 em Lincoln, no Estado americano do Nebraska. Antes de enveredar por uma carreira no cinema, Hilary, foi atleta de alta-competição na modalidade de natação, mas quis o destino que a produtora Suzy Sachs reparasse nela quando tinha apenas 16 anos e fizesse dela uma actriz.
Primeiro na televisão, nas séries Evening Shade e Beverly Hills 90210 e depois no grande ecrã, onde se estreou em 1992, no filme Buffy, Caçadora de Vampiros. Dois anos depois fez Karate Kid , A Nova Aventura.
Em 1999, Hilary saltou para a fama, com a sua interpretação no filme de Kimberly Peirce, Os Rapazes Não Choram. Para representar o papel na perfeição, Hilary Swank, cortou o cabelo à rapaz e viveu durante um mês como se fosse um rapaz. O sacrifício seria recompensado, pois, com este filme Hilary Swank ganhou o Globo de Ouro para melhor actriz do ano, além do Óscar da Academia.
Seguem-se O Dom (2000) de Sam Raimi, e O Caso do Colar (2001) de Charles Shyer.
Em 2002, contracena com Al Pacino em Insónia, e em 2003 entra em Detonação. Em 2004 é a boxeur Maggie Fitzgerald no aclamado filme de Clint Esatwood, Million Dollar Baby – Sonhos Vencidos, papel que a Academia de Hollywood iria reconhecer atribuindo-lhe o seu segundo Óscar. Da sua curta filmografia há ainda a salientar, o seu papel no filme de 2006, Dália Negra de Brian De Palma.

Óscares:2002


Apresentação: Steve Martin

Auditório: Kodak Theatre de Hollywood & Highland Center (Los Angeles)

Filme: Chicago, de Rob Marshall

Realizador: Roman Polanski, por The Pianist

Actor:Adrien Brody, por The Pianist

Actriz: Nicole Kidman, pot The Hours

Actor Secundário: Chris Cooper, por Adaptation

Actriz Secundária:Catharine Zeta-Jones, por Chicago

Argumento Original: Pedro Almodóvar, por Habla Com Ella

Argumento Adaptado: Ronald Harwood , por The Pianist

Fotografia: Conrad L. Hall, por Road to Perdition

Direcção Artística: John Myhre e Gordon Sim, por Chicago

Som: Michael Minkler, Dominick Tavella e David Lee, por Chicago

Canção: Eminem, Jeff Bass e Luis Resto (música) e Eminem (letra) por “Lose Yourself”, em 8 Mile

Banda Sonora Original: Elliot Goldenthal, por Frida

Montagem: Martin Walsh, por Chicago

Guarda-Roupa: Colleen Atwood, por Chicago

Caracterização: John Jackson e Beatrice De Alba, por Frida

Efeitos Visuais: Jim Rygiel, Joe Letteri, Randall William Cook (New Line) e Alex Funke , The Lord of the rings: The Two Towers


Efeitos de Som:
Ethan Van der Ryn e Michael Hopkins (New Line), por The Lord of the rings: The Two Towers

Curta-metragem de ficção: This Charming Man, de Strange-Hansen e Mie Andreasen

Curta-metragem de Animação: The Chubb Chubbs!, de Eric Armstrong

Documentário curta-metragem: Twin Towers, de Bill Guttentag e Robert David Port

Documentário Longa-metragem: Bowling for Columbine, de Michael Moore e Michael Donovan

Filme de Animação: Spirited Away de Hayao Miyazaki

Filme Estrangeiro: Nowhere in Africa, de Caroline Link (Alemanha)

Óscar Honorário: Peter 0’Toole, pela sua fantástica carreira no mundo da Sétima Arte.

Óscares:2001


Apresentação: Whoopi Goldberg

Auditório: Kodak Theatre de Hollywood & Highland Center (Los Angeles)

Filme: A Beautiful Mind, de Ron Howard

Realizador: Ron Howard , por A Beautiful Mind

Actor: Denzel Washington, por Training Day

Actriz: Halle Berry, por Monster’s Ball

Actor Secundário: Jim Broadbent, por Iris

Actriz Secundária:Jennifer Connelly, por A Beautiful Mind

Argumento Original: Julian Fellowes, por Gosford Park

Argumento Adaptado: Akiva Goldsman, por A Beautiful Mind

Fotografia: Andrew Lesnie, por The Lord of the Rings: The Fellowship of the Ring

Direcção Artística: Catherine Martin e Brigitte Broch, por Moulin Rouge

Som: Michael Minkler, Myron Nettinga e Chris Munro, por Black Hawk Down

Canção: Randy Newman, (música e letra) por “If I Didn’t Have You”, em Monster’s, Inc.

Banda Sonora Original: Howard Shore, por The Lord of the Rings: The Fellowship of the Ring

Montagem: Pietro Scalia, por Black Hawk Down

Guarda-Roupa: Catherine Martin e Angus Strathi, por Moulin Rouge

Caracterização: Peter Owen e Richard Taylor, por The Lord of the Rings: The Fellowship of the Ring

Efeitos Visuais: Jim Rygiel, Randall William Cook, Richard Taylor e Mark Stetson, por The Lord of the Rings: The Fellowship of the Ring

Efeitos de Som: George Waters II e Christopher Boyes, por Pearl Harbor

Curta-metragem de ficção: Ther Accountant, de Ray McKinnon e Lisa Blount

Curta-metragem de Animação: For The Birds, de Ralph Eggleston

Documentário curta-metragem: Thoth, de Sarah Kernochan e Lynn Appelle

Documentário Longa-metragem: Murder on a Sunday Morning, de Jean-Xavier de Lestrade e Denis Poncet

Filme de Animação: Shrek

Filme Estrangeiro:No Man’s Land, de Danis Tanovic (Bósnia)

Prémio Humanitário Jean Hersholt: Arthur Hiller

Óscar Honorário: Sidney Poitier, em reconhecimento das suas inesquecíveis interpretações como artista e como ser humano; Robert Redford, actor, realizador produtor e criador do festival de Sundance, fonte de inspiração e inovação para cineastas de todo mundo.

Óscares:2000


Apresentação: Whoopi Goldberg

Auditório: Kodak Theatre de Hollywood & Highland Center (Los Angeles)

Filme: A Beautiful Mind, de Ron Howard

Realizador: Ron Howard , por A Beautiful Mind

Actor: Denzel Washington, por Training Day

Actriz: Halle Berry, por Monster’s Ball

Actor Secundário: Jim Broadbent, por Iris

Actriz Secundária:Jennifer Connelly, por A Beautiful Mind

Argumento Original: Julian Fellowes, por Gosford Park

Argumento Adaptado: Akiva Goldsman, por A Beautiful Mind

Fotografia: Andrew Lesnie, por The Lord of the Rings: The Fellowship of the Ring

Direcção Artística: Catherine Martin e Brigitte Broch, por Moulin Rouge

Som: Michael Minkler, Myron Nettinga e Chris Munro, por Black Hawk Down

Canção: Randy Newman, (música e letra) por “If I Didn’t Have You”, em Monster’s, Inc.

Banda Sonora Original: Howard Shore, por The Lord of the Rings: The Fellowship of the Ring

Montagem: Pietro Scalia, por Black Hawk Down

Guarda-Roupa: Catherine Martin e Angus Strathi, por Moulin Rouge

Caracterização: Peter Owen e Richard Taylor, por The Lord of the Rings: The Fellowship of the Ring

Efeitos Visuais: Jim Rygiel, Randall William Cook, Richard Taylor e Mark Stetson, por The Lord of the Rings: The Fellowship of the Ring

Efeitos de Som: George Waters II e Christopher Boyes, por Pearl Harbor

Curta-metragem de ficção: Ther Accountant, de Ray McKinnon e Lisa Blount

Curta-metragem de Animação: For The Birds, de Ralph Eggleston

Documentário curta-metragem: Thoth, de Sarah Kernochan e Lynn Appelle

Documentário Longa-metragem: Murder on a Sunday Morning, de Jean-Xavier de Lestrade e Denis Poncet

Filme de Animação: Shrek, de Vicky Jenson e Andrew Adamson (Dreamworks)

Filme Estrangeiro:No Man’s Land, de Danis Tanovic (Bósnia)

Prémio Humanitário Jean Hersholt: Arthur Hiller

Óscar Honorário: Sidney Poitier, em reconhecimento das suas inesquecíveis interpretações como artista e como ser humano; Robert Redford, actor, realizador produtor e criador do festival de Sundance, fonte de inspiração e inovação para cineastas de todo mundo.

sábado, fevereiro 16, 2008

Denzel Washington


Denzel Washington nasceu a 28 de Dezembro de 1954, em Mount Vernon, Nova Iorque. Formado na Universidade de Fourdham, Washington começou por ser jornalista, mas rapidamente descobriu a arte dramática, tornando-se comediante. O American Conservatory Theater de São Francisco concedeu-lhe uma bolsa que lhe permitiu estudar durante dois anos. Graças a esta formação, ingressou na famosa companhia de teatro de Joseph Papp, onde mostrou o seu repertório clássico antes de trabalhar em peças off-Broadway como Ceremonies in Dark Old Men ou ainda When the Chickens Come Home to Roost. Na década de 1980, Washington interpretou pela primeira vez o papel de Malcom X, com tanta convicção que o seu desempenho foi recompensado com o Audelco Award.
Em 1977, o actor estreou-se na televisão, com o telefilme Wilma, que lhe deu o seu primeiro papel principal; seguiu-se Flesh and Blood. Também interpretou o papel de Dr. Phillip Chandler na série Saint Elsewhere, que durou alguns anos.
Em 1981, estreou-se no cinema, em Carbon Copy. Após esta longa-metragem, o actor regressou aos palcos de Nova Iorque para participar na criação da peça de Charles Fuller, A Soldier’s Tale, pela Negro Ensemble Company. A sua interpretação do soldado Peterson valeu-lhe um Obie Award. Um ano depois, Washington retomou este papel, no filme de Norman Jewison, A Soldier’s Story, que o tornou famoso internacionalmente, tendo sido nomeado para o Óscar de melhor actor secundário, pela sua interpretação em Grita Liberdade, onde encarna Steve Biko, um dos líderes sul-africanos do movimento anti-apartheid. Em 1990, recebeu o Óscar de melhor actor secundário pela sua prestação em Tempo de Glória, um filme sobre o primeiro regime negro da Guerra da Secessão norte-americana.
Virando-se para um público mais vasto, Washington tornou-se o herói de Spike Lee em dois filmes, primeiro em Mo’ Better Blues, no qual desempenha o papel principal de um trompetista de jazz, e em Malcom X, com o papel do grande activista dos anos sessenta. Apesar do fracasso do filme, Denzel Washington, com uma nomeação para os Óscares, era já considerado um actor de primeiro plano, e a confirmação deu-se com o filme de Jonathan Demme, Filadélfia, no qual o actor desempenha o papel de advogado de defesa na causa de um advogado, papel interpretado por Tom Hanks, despedido por ser portador de sida.
Em 2000, Denzel Washington arrebatou o Globo de Ouro do melhor actor na categoria de Filme Dramático e o Urso de Prata no Festival de Berlim 2000, pela sua interpretação em O Furacão.
Em 2002, Denzel Washington recebeu o Óscar de melhor actor pelo seu desempenho em Dia de Treino.
Da filmografia do mais bem sucedido actor de raça negra de sempre, constam ainda os filmes: Power (1986), For Queen and Country (1988), O Mistério das Caraíbas (1989), Heart Condition (1990), Mississippi Masala (1991), Ricochete (1991), Muito Barulho Por Nada (1993), O Dossier Pelicano (1993), Um Demónio Vestido de Azul (1995), Maré Vermelha (1995), Virtuosity (1995), The Preacher’s Wife (1996), Coragem Debaixo de Fogo (1996), A Queda (1998), Tudo em Jogo (1998), The Siege (1998), O Coleccionador de Ossos (1999), Duelo de Titãs (2000), John Q (2002), Antwone Fisher (2002), Out of Time - Tempo Limite (2003), Homem em Fúria (2004) e O Candidato da Verdade (2004), Infiltrado (2006), Déjà Vu (2006), Gangster Americano (2007) e The Great Debaters (2007).

Óscares: Década de 90


A Academia reconhece finalmente a qualidade do trabalho de Steven Spielberg, galardoando-o com o Óscar de melhor realizador do ano com o filme A Lista de Schindler que retrata a Segunda Guerra Mundial e o Holocausto. O filme recebe sete Óscares da Academia incluindo o melhor filme do ano. A década começa com Jodie Foster a receber o seu segundo Óscar de melhor actriz no filme "O Silêncio dos Inocentes", filme que recebeu ainda o Óscar de melhor filme do ano, assim como o Óscar de melhor realizador do ano, para Jonathan Demme. Antohony Hopkins recebeu o Óscar de melhor actor do ano.
Nesta década o grande destaque como actor vai para Tom Hanks, que recebeu dois Óscares consecutivos, em 1993 por Filadélfia e em 1994 por Forrest Gump. O filme "Forrest Gump", de Robert Zemeckis, eleito o melhor filme do ano, tornou-se um símbolo de uma era. Em 1992 Clint Eastwood, recebe com o seu filme Unforgiven, o Óscar de melhor realizador do ano e o filme é considerado o melhor do ano.
Em 1995 Mel Gibson estreia-se na realização e o seu filme Braveheart, recebe 5 Óscares da Academia, incluindo o Óscar de melhor filme do ano e melhor raelizador.
Jack Nicholson recebe o seu segundo Óscar de melhor actor no filme Melhor é Impossível. Em 1997, Russel Crowe recebe o seu primeiro Óscar pelo filme O Gladiador. Em 1998 Steven Spielberg recebe o seu segundo Óscar pelo filme "O Resgate do Soldado Ryan".
Em 1997 a Academia atribui nada menos que 11 Óscares em treze nomeações ao filme "Titanic", de James Cameron, incluindo o Óscar de melhor filme do ano e de melhor realizador. As actrizes Júlia Roberts e Gwyneth Paltrow, recebem o Óscar de melhor actriz nos filmes, "Erin Brockovich", de 2000 e " Shakespeare in love", de 1998. Os actores Al Pacino e Nicolas Cage, nos filmes "Perfume de Mulher" e "Leaving in Las Vegas", recebem o Óscar de melhor actor pelos seus desempenhos.

Óscares:1999


Apresentação: Billy Cristal

Auditório: The Shrine Civic Auditorium (Los Angeles)

Filme: American Beauty, de Sam Mendes

Realizador: Sam Mendes, por American Beauty

Actor: Kevin Spacey, por American Beauty

Actriz: Hilary Swank, por Boys Don’t Cry

Actor Secundário: Michael Caine, por The Cider House Rules

Actriz Secundária: Angelina Jolie, por Girl Interrupted

Argumento Original: Alan Bell, por American Beauty

Argumento Adaptado: John Irving, por The Cider House Rules

Fotografia: Conrad L. Hall, por American Beauty

Direcção Artística: Rick Heinriches e Peter Young, por Sleepy Hollow

Som: John Reitz, Gregg Rudloff, David Campbell e David Lee, por The Matrix

Canção: Phil Collins (música e letra), por “You’ll Be In My Heart”, em Tarzan

Banda Sonora Original: John Corigliano, por The Red Violin

Montagem: Zach Staenberg, por The Matrix

Guarda-Roupa: Lindy Hemming, por Topsy-Turvy

Maquilhagem: Christine Blundell e Trefor Proud, por Topsy-Turvy

Efeitos Visuais: John Gaeta, Janek Sirrs, Steve Courtley e John Thum, por The Matrix

Wfeitos de Som: Dane A. Davis, por The Matrix

Curta-metragem de ficção: My Mother Dreams the Satan’s Disciples in New York, de Barbara Schock e Tammy Tiehel

Curta-metragem de Animação: The Old Man and The Sea, de Alexander Petrov

Documentário curta-metragem: King Gimp, de Susan Hannah Hadary e William A. Whiteford

Documentário Longa-metragem: One Day in September, de Arthur Cohn e Kevin Macdonald

Filme Estrangeiro: Todo Sobre Mi Madre, de Pedro Almodóvar (Espanha)

Memorial Irving G. Thalberg: Warren Beatty

Prémio Gordon E. Sawyer: Dr. Roderick T. Ryan

Óscar Honorário: Andrzej Wajda, pela sua carreira.

Óscares:1998


Apresentação: Whoopi Goldberg

Auditório: The Dorothy Chandler Pavilion (Los Angeles)

Filme: Shakespeare in Love, de John Madden

Realizador: Steven Spielberg, por Saving Private Ryan

Actor: Roberto Benigni, por La Vita è Bella

Actriz: Gwyneth Paltrow, por Shakespeare in Love

Actor Secundário: James Coburn, por Affliction

Actriz Secundária: Judi Dench, por Shakespeare in Love

Argumento Original: Marc Norman e Tom Stoppard, por Shakespeare in Love

Argumento Adaptado: Bill Condon, por Gods and Monsters

Fotografia: Janusz Kaminski, por Saving Private Ryan

Direcção Artística: Martin Childs e Jill Quertier, por Shakespeare in Love

Som: Gary Rydstrom, Gary Summers, Andy Nelson e Ron Judkins, por Saving Private Ryan

Canção: Stephen Schwartz (música e letra), por “When You Believe”, em The Prince of Egypt

Banda Sonora Original de Comédia ou Musical: Stephen Warbeck, por Shakespeare in Love

Banda Sonora de Drama: Nicola Piovani, por La Vita è Bella

Montagem: Michael Kahn, por Saving Private Ryan

Guarda-Roupa: Sandy Powell, por Shakespeare in Love

Maquilhagem: Jenny Shircore, por Elizabeth

Efeitos Visuais: Joel Hynek, Nicholas Brooks, Stuart Robertson e Kevin Scott Mack, por What Dreams May Come

Efeitos de Som: Gary Rydstrom e Richard Hymns, por Saving Private Ryan

Curta-metragem de ficção: Election Night, de Kim Magnusson e Anders Thomas Jensen

Curta-metragem de Animação: Bunny, de Chris Wedge

Documentário curta-metragem: The Personals: Improvisations on Romance in the Golden Years, de Keiko Ibi

Documentário Longa-metragem: The Last Days, de Joames Moll e Ken Lipper

Filme Estrangeiro: La Vita è Bella, de Roberto Benigni (Itália)

Memorial Irving G. Thalberg: Norman Jewison

Óscar Honorário: Elia Kazan

Óscares:1997


Apresentação: Billy Cristal

Auditório: The Shrine Civic Auditorium (Los Angeles)

Filme: Titanic, de James Cameron

Realizador: James Cameron, por Titanic

Actor: Jack Nicholson, por As Good as it Gets

Actriz: Helen Hunt, por As Good as it Gets

Actor Secundário: Robin Williams, por Good Will Hunting

Actriz Secundária: Kim Basinger, por L. A. Confidential

Argumento Original: Matt Damon e Bem Affleck, por Good Will Hunting

Argumento Adaptado: Brian Helgeland e Curtis Hanson, por L. A. Confidential

Fotografia: Russel Carpenter, por Titanic

Direcção Artística: Peter Lamont e Michael Ford, por Titanic

Som: Gary Rydstrom, Gary Summers, tom Johnson e Mark Ulano, por Titanic

Canção: James Horner (música) e Will Jennings (letra), por “My Heart Will Go On”, em Titanic

Banda Sonora de Comédia ou Musical: Anne Dudley, por The Full Monty

Banda Sonora de Drama: James Horner, por Titanic

Montagem:Conrad Buff IV, James Cameron e Richard A. Harris, por Titanic

Guarda-Roupa: Deborah Lynn Scott, por Titanic

Maquilhagem: Rick Baker e David LeRoy Anderson, por Men in Black

Efeitos Visuais: Robert Legato, Mark A. Lasoff, Thomas L. Fisher e Michael Kanfer, por Titanic

Efeitos de Som: Tom Bellfort e Christopher Boyes, por Titanic

Curta-metragem de ficção: Vias and Virtue, de Chris Tashima, Chris Donahue e Tim Toyama

Curta-metragem de Animação: Geri’s Game, de Jan Pinkawa

Documentário curta-metragem: A Story of Healing, de Donna Dewey e Carol Pasternak

Documentário Longa-metragem: The Long Way Home, de Rabbi Marvin Hier e Richard Trank

Filme Estrangeiro: Karakter, de Mike Van Diem (Holanda)

Memorial Gordon E. Sawyer: Don Iwerks

Óscar Científico e Técnico:Gunnar P. Michelson

Óscar Honorário: Stanley Donen

sexta-feira, fevereiro 15, 2008

Tom Hanks


O Mr. Nice Guy, do cinema americano, é adorado pelos produtores de Hollywood. Tem um record invejado pela maioria dos actores americanos, ao ter protagonizado sete filmes consecutivos, entre 1998 e 2002, que obtiveram mais de 100 milhões de dólares de receitas nos Estados Unidos.
Tom Hanks nasceu a 9 de Julho de 1956, na Califórnia (EUA). Iniciou a sua carreira no teatro, tendo representado sobretudo peças de repertório clássico. Em 1980, começou a ser notado a partir da série cómica de televisão Bosom Budies. Durante os anos 80, fez várias comédias românticas e dramas ligeiros, como Splash (1984), Big (1988), que lhe valeu a primeira nomeação para os Óscares, The Money Pit (1986), Dragnet (1987) e Turner & Hooch (1989).
A partir dos anos 90, teve a oportunidade de provar o seu talento ao interpretar o papel de um advogado infectado com o vírus do SIDA em Philadelphia (1993), risco recompensado com o Óscar de melhor actor. A partir de então, a sua carreira seguiu um novo rumo.
A sua filmografia inclui A League of Their Own (1992), A Sleepless in Seattle (1993), Forrest Gump (1994), com o qual conquistou o seu segundo Óscar de Melhor Actor, e Apollo 13 (1995).
Com o flime de Steven Spielberg, O Resgate do Soldado Ryan (1998), Tom Hanks, é novamente nomeado aos Óscares, mas perdeu para Roberto Benigni. A derrota para Roberto Benigni prova que a Academia não estava preparada para fazer dele o actor com mais Óscares da história.
Seguem-se na sua filmografia, You’ve Got Mail (1998), À Espera de um Milagre (1999), O Naúfrago (2000), Band of Brothers (2001, mini-série), America: A Tribute to Heroes (2001, televisão), Caminho Para a Perdição (2002), Apanha-me Se Puderes (2002), O Quinteto da Morte (2004) e Terminal de Aeroporto (2004).
Em 2006 é Harry Langdon, no filme O Código Da Vinci, e em 2007, é o senador Charles Wilson, no filme Jogos de Poder.
Em 2001, foi galardoado com o Prémio do American Film Institute, pela sua dedicação à sétima arte.

Óscares:1996


Apresentação: Billy Cristal

Auditório: The Shrine Civic Auditorium (Los Angeles)

Filme: The English Patient, de Anthony Minghella

Realizador: Anthony Minghella, por The English Patient

Actor: Geoffrey Rush, por Shine

Actriz: Frances McDormand, por Fargo

Actor Secundário: Cuba Gooding Jr., por Jerry Maguire

Actriz Secundária: Juliette Binoche, por The English Patient

Argumento Original: Joel e Ethan Coen, por Fargo

Argumento Adaptado: Billy Bob Thornton, por Sling Blade

Fotografia: John Seale, por The English Patient

Direcção Artística:Stuart Craig e Stephanie McMillan, por The English Patient

Som: Walter Murch, Mark Berger, David Parker e Chris Newman, por The English Patient

Canção: Andrew Lloyd Webber (música) e Tim Rice 8letra), por “You Must Love Me”, em Evita

Banda Sonora de Comédia ou Musical: Rachel Portman, por Emma

Banda Sonora de Drama:Gabriel Yared, por The English Patient

Montagem: Walter Murch, por The English Patient

Guarda-Roupa: Ann Roth, por The English Patient

Maquilhagem: Rick Baker, David Leroy Anderson, por The Nutty Professor

Efeitos Visuais: Volker Engel, Douglas Smith, Clay Pinney e Joseph Viskocil, por Independence Day

Efeitos de Som: Bruce Stambler, por The Ghost and The Darkness

Curta-metragem de ficção: Dear Diary, de David Frankel e Barry Jossen

Curta-metragem de Animação: Quest, de Tyron Montggomery e Thomas Stellmach

Documentário curta-metragem: Breathing Lessons: The Life and Work of Mark O’Brien, de Jessica Yu

Documentário Longa-metragem: When We Were Kings, de Leon Gast e David Sonenberg

Filme Estrangeiro: Kolya, de Jan Sverak (República Checa)

Memorial Irving G. Thalberg: Saul Zaentz

Prémio de Carreia: Michael Kidd

Óscares:1995


Apresentação: Whoopi Goldberg

Auditório: The Dorothy Chandler Pavilion (Los Angeles)

Filme: Braveheart, de Mel Gibson

Realizador: Mel Gibson, por Braveheart

Actor: Nicolas Cage, por Leaving in Las Vegas

Actriz: Susan Sarandon, por Dead Man Walking

Actor Secundário: Kevin Spacey, por The Usual Suspects

Actriz Secundária: Mira Sorvino, por Mighty Aphrodite

Argumento Original: Christopher McQuarrie, por The Usual Suspects

Argumento Adaptado: Emma Thompson, por Sense and Sensibility

Fotografia: John Toll, por Braveheart

Direcção Artística: Eugénio Zanetti, por Restoration

Som: Rick Dior, Steve Pederson, Scott Millan e David MacMillan, por Apollo 13

Canção: Alan Menken (música) e Stephen Schwartz, por ”Colors of the Wind”, em Pocahontas

Banda Sonora Original de Comédia ou Musical: Alan Menken, por Pocahontas

Banda Sonora de Drama: Luís E. Bacalov, por Il Postino

Montagem: Mike Hill e Dan Hanley, por Apollo 13

Guarda-Roupa: James Acheson, por Restoration

Maquilhagem: Peter Frampton, Paul Pattison e Louis Burwell, por Braveheart

Efeitos Visuais: Scott E. Anderson, Charles Gibson, Neal Scanlan e John Cox, por Babe

Efeitos de Som: Lon Bender e Per Hallberg, por Braveheart

Curta-metragem de ficção: Lieberma in Love, de Christine Lahti e Jana Sue Memel

Curta-metragem de Animação: A Close Shave, de Nick Park

Documentário curta-metragem: One Survivor Remembers, de Kary Antholis

Documentário Longa-metragem: Anne Frank Remembered, de Jon Blair

Filme Estrangeiro: Antonia’s Line, de Marleen Gorris (Holanda)

Prémio Gordon E. Sawyer: Donald C. Rogers

Óscar Honorífico: Kirk Douglas, pela vida dedicada ao cinema; e Chuck Jones, pelo seu trajecto profissional como um dos criadores mais importantes do departamento de animação da Warner Bros.

Óscares:1994


Apresentação: David Letterman

Auditório: The Dorothy Chandler Pavilion (Los Angeles)

Filme: Forrest Gump, de Robert Zemeckis

Realizador: Robert Zemeckis, por Forrest Gump

Actor: Tom Hanks, por Forrest Gump

Actriz: Jessica Lange, por Blue Sky

Actor Secundário: Martin Landau, por Ed Wood

Actriz Secundária: Dianne Wiest, por Bullets over Broadway

Argumento Original: Quentin Tarantino e Roger Avary, por Pulp Fiction

Argumento Adaptado: Eric Roth, por Forrest Gump

Fotografia: John Toll, por Legends of the Fall

Direcção Artística: Ken Adam e Carolyn Scott, por The Madness of King George

Som: Gregg Landaker, Steve Maslow, Bob Boemer e David McMillan, por Speed

Canção: Elton John (música) e Tim Rice (LETRA), POR “Can You Feel the Love Tonight”, em Lion King

Banda Sonora Original: Hans Zimmer, por The Lion King

Montagem: Arthur Schmidt, por Forrest Gump

Guarda-Roupa: Lizzy Gardiner e Tim Chappel, por The Adventures of Priscilla, Queen of the Desert

Maquilhagem: Rick Baker, V. Neill e Yolanda Toussieng, por Ed Wood

Efeitos Visuais: Ken Ralston, George Murphy, Stephen Rosenbaum e Allen Hall, por Forrest Gump

Efeitos de Som: Stephen Hunter Flick, por Speed

Curta-metragem de ficção: Franz Kafka It’s a Wonderfull Life, Conundrum Films Production

Curta-metragem de Animação: Bob’s Birthday, de Alison Snowden e David Fine

Documentário curta-metragem: A Time for Justice, de Charles Guggenheim

Documentário Longa-metragem: Maya Lin: a Strong Clear Vision, de Freida Lee Mock e Terry Sanders

Filme Estrangeiro: Utomlyonnye Solntsem (Queimado pelo Sol) de Nikita Mijalkov (Rússia)

Memorial Irving G. Thalberg: Clint Eastwood

Prémio Humanitário Jean Hersholt: Quincy Jones

Óscar Honorário: Michelangelo Antonioni, pela sua carreira

Prémio de Mérito: Petro Vlahos e Paul Vlahos, pela concepção e desenvolvimento do processo electrónico Blue Screen; e Eastman Kodak, pelo desenvolvimento do EXR Color Intermediate Film 5244.

quinta-feira, fevereiro 14, 2008

Anthony Hopkins


Philip Anthony Hopkins nasceu no último dia do ano de 1937, em West Glamorgan, no Pais de Gales. A sua vida como actor principiou nos palcos de teatro londrinos, na década de sessenta.
Em 1967, tem um pequeno papel no filme The Wihte Bus, de Lindsay Anderson. Em 1968, aparece em grande plano, no filme de Anthony Harvey, O Leão No Inverno, ao encarnar Ricardo Coração de Leão. Contracenava com grandes actores como eram Peter O´Toole, Timothy Dalton e Khaterine Hepburn, mas o desempenho do jovem Anthony Hopkins foi muito bem recebido pela crítica.
Quando todos pensavam que Anthony Hopkins, que tinha as portas abertas em Hollywood e do cinema de produção inglesa, para fazer uma carreira no cinema, preferiu dividir-se nos vinte anos seguintes pelos palcos e pelas séries de televisão. Foi uma das estrelas mais cintilantes dos teatros londrinos durante esta época e ainda conseguiu vencer dois Emmys, pelos seus desempenhos em The Bunker e The Linderberg Kidnapping Case.
Em 1980, tem uma fuga do teatro para participar no filme David Lynch, O Homem Elefante. No final dos anos 80, e depois de se ter consagrado como um dos maiores actores de teatro ingleses, Anthony Hopkins decide dedicar-se ao cinema.
Em 1990 tem um grande desempenho no filme de Michael Cimino, A Noite do Desespero, mas é no ano seguinte, ao encarnar, Hannibal Lecter, no filme de Jonathan Demme, O Silêncio dos Inocentes, que Anthony Hopkins chega a estrela de primeira grandeza na constelação de Hollywood. A sua performance foi brilhante, sendo reconhecida pela Academia de Hollywood, que lhe atribuiu o Óscar de melhor Actor do ano.
Imediatamente após o sucesso de, O Silêncio dos Inocentes fez alguns filmes menores na sua carreira cinematográfica. Em 1993 entra no filme de James Ivory, os Despojos do Dia, que lhe valeu mais uma nomeação para os Óscares. Não recebeu o Óscar da Academia mas recebeu o título de Sir, de sua Majestade a Rainha Isabel II.
No ano seguinte, entra no filme de Oliver Stone, Nixon, onde dá a vida ao polémico presidente norte-americano. Um desempenho convincente e mais uma nomeação para o Óscar de melhor actor. Em 1997, entra no filme Amistad, de Steven Spielberg, interpretando o presidente americano John Quincy Adams. Outra soberba interpretação, e mais uma nomeação aos Óscares, desta vez, ao Óscar de melhor actor secundário.
A partir desta altura Anthony Hopkins, tem esporadicamente feito cinema, sem que os filmes por ele protagonizados tenham tido muita aceitação da crítica e do público.
Em 2005, Anthony Hopkins foi eleito o melhor actor britânico de todos os tempos numa votação organizada pelo Teatro Old Vic, de Londres.
Anthony Hopkins não construiu uma longa carreira na Sétima Arte, mas a sua versatilidade entre o teatro, a televisão e o cinema, deram-lhe um lugar na arte de entretenimento, que muito poucos poderão sonhar em alcançar. É sem duvida um dos actores mais completos dos últimos 20 anos.

Óscares:1993


Apresentação: Whoopi Goldberg

Auditório: The Dorothy Chandler Pavilion (Los Angeles)

Filme: Schindler’s List, de Steven Spielberg

Realizador: Steven Spielberg, por Schindler’s List

Actor: Tom Hanks, por Philadelphia

Actriz: Holly Hunter, por The Piano

Actor Secundário: Tom Lee Jones, por The Fugitive

Actriz Secundária: Anna Paquin, por The Piano

Argumento Original: Jane Campion, por The Piano

Argumento Adaptado: Steven Zaillian, por Schindler’s List

Fotografia: Janusz Kaminski, por Schindler’s List

Direcção Artística: Allan Starski e Ewa Braun, por Schindler’s List

Som: Gary Summers, Gary Rydstrom, Shawn Murphy e Ron Judkins, por Jurasic Park

Canção: Bruce Springsteen, por “Streets of Philadelphia”, em Philadelphia

Banda Sonora Original: John Williams, por Schindler’s List

Montagem: Michael Khan, por Schindler’s List

Guarda-Roupa: Gabriella Pescucci, por The Age of Innocence

Maquilhagem: Greg Cannon, V. Neil e Yolanda Toussieng, por Mrs. Doubtfire

Efeitos Visuais: Dennis Muren, Stan Winston, Phil Tippet e Michael Lantieri, por Jurasic Park

Efeitos de Som: Gary Rydstrom e Richard Hymms, por Jurasic Park

Curta-metragem de ficção: Black Rider, de Pepe Danquart

Curta-metragem de Animação: The Wrong Trousers, de Nicholas Park

Documentário curta-metragem: Defending Our Lives, de Margaret Lazarus e Renner Wunderlich

Documentário Longa-metragem: I Am Promise: The Children of Stanton Elementary School, de Susan e Alan Raymond

Filme Estrangeiro: Belle Époque, de Fernando Trueba (Espanha)

Prémio Humanitário Jean Hersholt: Paul Newman, pela sua obra humanitária.

Prémio Gordon E. Sawyer: Petro Vlahos, pelo seu contributo à indústria do cinema.

Prémio à Carreira: Deborah Kerr

Óscar Especial: Panavision Inc., pelo fabrico de lentes especiais; Manfred G. Michelson, pelo fabrico de um processador destinado à revelação da película.

Óscares:1992


Apresentação: Billy Cristal

Auditório: The Dorothy Chandler Pavilion (Los Angeles)

Filme: Unforgiven, de Clint Eastwood

Realizador: Clint Eastwood, por Unforgiven

Actor: Al Pacino, por Scent of a Woman

Actriz: Emma Thompson, por Howards End

Actor Secundário: Gene Hackman, por Unforgiven

Actriz Secundária: Marisa Tomei, por My Cousin Vinny

Argumento Original: Neil Jordan, por The Crying Game

Argumento Adaptado: Ruth Prawer Jhabvala, por Howards End

Fotografia: Philippe Rousselot, por A River Runs Through It

Direcção Artística: Luciana Arrighi e Ian Wittaker, por Howards End

Som: Chis Jenkins, Doug Hemphill, Mark Smith e Simone Kaye, em Aladdin

Canção: Tim Rice e Alan Menken, por “Whole New World”, em Aladdin

Banda Sonora Original: Alan Menken, por Aladdin

Montagem: Joel Cox, por Unforgiven

Guarda-Roupa: Eiko Ishioka, por Bram Stoker’s Dracula

Maquilhagem: Greg Cannon, Michele Burke e Matthew W. Mungle, por Bram Stoker’s Dracula

Efeitos Visuais: Ken Ralstom, Doug Chiang, Doug Smythe e Tom Woodruff, por Death Becomes Her

Efeitos de Som: Tom C. McCarthy e David E. Stone, por Bram Stoker’s Dracula

Curta-metragem de ficção: Omnibus, de Sam Karmann

Curta-metragem de Animação: Mona Lisa Descending a Staircase, de Joan C. Gratz

Documentário curta-metragem: Educating Peter, de Thomas C. Googwin e Gerardine Wurzburg

Documentário Longa-metragem: The Panamá Deception, de Barbara Trent e David Kasper

Filme Estrangeiro: Indochine, de Regis Verniger (França)

Prémio Humanitário Jean Hersholt: Audrey Hepburn, pelo seu trabalho na UNICEF; e Elizabeth Taylor, pela sua ajuda na luta contra a SIDA.

Prémio Gordon E. Sawyer: Erich Kaestner pelas suas contribuições técnicas.

Prémio de Mérito: Chadwell O’Connor

quarta-feira, fevereiro 13, 2008

Óscares:1991


Apresentação: Billy Cristal

Auditório: The Dorothy Chandler Pavilion (Los Angeles)

Filme: The Silence of the Lambs, de Jonathan Demme

Realizador: Jonathan Demme, por The Silence of the Lambs

Actor:Anthony Hopkins, por The Silence of the Lambs

Actriz: Jodie Foster, por The Silence of the Lambs

Actor Secundário: Jack Palance, por City Slickers

Actriz Secundária: Mercedes Ruehl, por The Fisher King

Argumento Original: Callie Khouri, por Thelma and Louise

Argumento Adaptado: Ted Tally, por The Silence of the Lambs

Fotografia: Robert Richardson, por JFK

Direcção Artística: Dennis Gassner e Nancy Haigh, por Bugsy

Som: Tom Johnson, Gary Rydstrom, Gary Summers e Lee Orloff, por Terminator II: Judgment Day

Canção: Howard Ashman e Alan Menken, por “Beauty and the Beast”, em Beauty and the Beast

Banda Sonora Original: Alan Menken, por Beauty and the Beast

Montagem: Joe Husshing e Pietro Scalia, por JFK

Guarda-Roupa: Albert Wolsky, por Bugsy

Maquilhagem: Stan Winston e Jeff Dawn, por Terminator II: Judgment Day

Efeitos Visuais: Dennis Muren, Stan Winston, Gene Warren Jr. E Robert Skotak, por Terminator II: Judgment Day

Efeitos de Som: Gary Rydstrom e Gloria S. Borders, por Terminator II: Judgment Day

Curta-metragem de ficção: Session Man, de Seth Winston e Rob Fried

Curta-metragem de Animação: Manipulation, de Daniel Greaves

Documentário curta-metragem: Deadly Deception: General Electric, Nuclear Weapons and our Environment, de Debbie Chasnoff

Documentário Longa-metragem: In the Shadow of the Stars, de Allie Light e Irving Saraf

Filme Estrangeiro: Mediterrâneo, de Gabriele Salvatore (Itália)

Memorial Irving G. Thalberg: George Lucas e Hal Roach

Prémio Gordon E. Sawyer: Ray Harryhausen

Óscar Honorífico: Satyajit Ray (Índia), pelo conjunto da sua obra.

Jodie Foster


Jodie Foster, nasceu em Los Angeles, em 19 de Novembro de 1962, tendo recebido o nome de Alicia Christian Foster. A vida artística da pequena Jodie começou bem cedo, pois aos três anos já fazia anúncios na televisão. Aos 6 estreou-se numa série para televisão, Mayberry R.F.D, e a partir daí nunca mais parou.
O primeiro grande salto na sua carreira chegaria em 1974. Então com doze anos foi convidada por Martin Scorsese para fazer o papel de uma jovem prostituta em Taxi Driver. Jodie Foster aceitou o papel e convenceu a Academia, que a nomeou para os Óscares.
Com um contrato assinado com os estúdios Dinsey, a Jodie Foster sobravam muitos papéis em filmes para crianças mas tinha poucas hipóteses de brilhar no cinema fora do universo infantil, por imposições contratuais. Em 1980 decidiu abrandar um pouco a sua carreira como actriz. Dedicou-se aos estudos, formando-se em Literatura, pela Universidade de Yale. No fim do curso, toma a decisão de ser actriz profissional.
Depois de pequenos papeis, tem a hipótese de brilhar no filme de Jonathan Kaplan, Os Acusados (1988), onde contracena com Kelly McGillis. O seu papel de jovem violada, impressionou a Academia, que lhe atribuiu o seu primeiro Óscar de melhor actriz.
Depois deste filme, esteve quatro anos sem filmar e quando o voltou a fazer, ao viver Clarice Starling no filme de 1991 de Jonathan Demme, O Silêncio dos Inocentes, acabou por fazer história ao conseguir um segundo Óscar.
No entanto a sua carreira acabou por não sofrer o impulso decisivo. Papéis em filmes como Somersby, O Regresso de Um Estranho, (1993) de Jon Amiel ou Maverick (1994) de Richard Donner, eram interessantes mas muito abaixo da classe de representar que já tinha provado e os seus projectos Nell (1994) e Contacto (1997 ) acabaram por ser dois fiascos, junto das bilheteiras e da crítica.
Desgostosa, e rodeada de noticias na imprensa cor-de-rosa sobre a sua homossexualidade, Jodie Foster foi-se afastando da vida cintilante de Hollywood fazendo filmes de uma forma pontual como são os casos de Ana e o Rei (1999) de Andy Tennant, Um Longo Domingo de Noivado (2004) de Jean-Pierre Jeunet ou Pânico a Bordo (2005) de Robert Schwentke.
Em 2007 volta em grande forma no papel de Erica Bain, no filme de Neil Jordan, A Estranha Em Mim.
Jodie Foster é uma actriz multifacetada e que já foi considerada a estrela mais brilhante da sua geração. Resta saber, se voltará a brilhar tão intensamente como no passado. Tem apenas, 46 anos.

Óscares:1990


Apresentação: Billy Cristal

Auditório: The Dorothy Chandler Pavilion (Los Angeles)

Filme: Dances With Wolves, de Kevin Costner

Realizador: Kevin Costner, por Dances With Wolves

Actor: Jeremy Irons, por Reversal of Fortune

Actriz: Kathy Bates, por Misery

Actor Secundário: Joe Pesci, por Good Fellas

Actriz Secundária: Whoopi Goldberg, por Ghost

Argumento Original: Bruce Joel Rubin, por Ghost

Argumento Adaptado: Michael Blake, por Dances With Wolves

Fotografia: Dean Semler, por Dances With Wolves

Direcção Artística: Richard Sylbert e Rick Simpson, por Dick Tracy

Som: Jeffrey Perkins, Bill W. Benton, Greg Watkins e Russel Williams II, por Dances With Wolves

Canção: Stephen Sondheim, por “Sooner or Later (I Always Get My Man)”, em Dick Tracy

Banda Sonora Original: John Barry, por Dances With Wolves

Montagem: Neil Travis, por Dances With Wolves

Guarda-Roupa: Franca Squarciapino, por Cyrano de Bergerac

Efeitos Visuais:Eric Brevig, Rod Bottin e Alex Funke, por Total Recall

Efeitos de Som: Ceccelia Hall e George Watters II, por The Hunt for Red October

Curta-metragem de ficção: The Lunch Date, de Adam Davidson

Curta-metragem de Animação: Creature Comforts, de Nick Park

Documentário curta-metragem: Days of Waiting, de Steven Okazaki

Documentário Longa-metragem: American Dream, de Barbara Kopple e Arthur Cohn

Filme Estrangeiro: Reise Der Hoffnung, de Xavier Koller (Suiça)

Memorial Irving G. Thalberg: Richard D. Zanuck e David Brown

Prémio Gordon E. Sawyer: Stefan Kudelski

Óscar Honorífico: Sophia Loren e Myrna Loy.

Óscares: Década de 80


Na década de oitenta a Academia de Hollywood, iria premiar os filmes biográficos. Warren Beatty, com "Reds" ganha o Óscar para melhor realizador do ano, em 1981, mas o Óscar para melhor filme do ano vai para o filme "Caminhos de Glória", de Hugh Hudson.
Katherina Hepburn, ganha o seu quarto Óscar com o filme "Casa do Lago", que também premeia Henry Fonda como melhor actor do ano.
Em 1982 o Filme "Ghandi", um épico de Sir Richard Attenborough, recebe oito Óscares em 11 nomeações, incluindo o Óscar de melhor filme e melhor realizador. Ben Kingsley, no seu papel de Ghandi, recebe o Óscar de Melhor actor.
Meryl Streep é galardoada com o Óscar de melhor actriz no filme a "Escolha de Sofia". Meryl Streep torna-se um símbolo da arte de representar durante toda a década de oitenta.
Em 1984 outra biografia, recebe o Óscar de melhor filme do ano, "Amadeus", de Milos Forman que recebe o Óscar de realizador do ano. Sally Field recebe o seu segundo Óscar no filme"Places in the Heart".
Em 1985 o filme de Roman Polanski "África Minha" ganha cinco Óscares incluindo o melhor filme e melhor realizador.
As feridas do Vietname continuavam abertas, depois de Apocalypse Now era preciso um filme que encerasse o assunto. Em 1986 chega "Platoon", de Oliver Stone que consagrou definitivamente este realizador. Melhor filme do ano e melhor realizador.
Também Paul Newman, viu finalmente reconhecido o seu talento com o Óscar de melhor actor do ano com o filme "A Cor do Dinheiro", de Martin Scorsese.
Em 1987 é atribuído o Óscar de melhor filme do ano a outra biografia: "O Último Imperador" de Bernardo Bertolucci, que também, recebe o Óscar de melhor realizador do ano.
Os filmes de Barry Levinson e Kevin Costner, "Encontro de Irmãos" e "Danças com lobos", respectivamente são considerados melhores filme do ano em 1988 e 1990 e eles considerados os melhores realizadores do ano.
Cher recebe o Óscar de melhor actriz no filme "Feitiço da Lua"em 1987 e Jodie Foster recebe o seu primeiro Óscar no filme "Os Acusados", em 1988.