quinta-feira, agosto 14, 2008

Mark Spitz


As duas grandes figuras destes Jogos Olímpicos – até ao momento – são: Michael Phelps e Mark Spitz, o homem contra quem realmente Michael Phelps nada. Apesar de ter 58 anos e não participar nos Jogos Olímpicos desde 1972, Mark Spitz é a sombra, que Michael Phelps tem de vencer, se quiser colocar o seu nome no Olimpo, como o nadador que mais medalhas de ouro conquistou numa só Olimpíada. Para isso, tem que vencer todas as provas a que se propôs e ultrapassar as sete medalhas de ouro de Mark Spitz dos Jogos de Munique. A luta está acesa, e pende para o lado de Michael Phelps.
Questionado, recentemente, sobre a possibilidade do seu recorde olímpico de 36 anos vir a ser quebrado nestes Jogos, Mark Spitz respondeu:
- “ Espero que Phelps o quebre e gostaria de testemunhar este momento histórico”, lamentando-se, não ter sido convidado pela organização dos Jogos Olímpicos.
Mark Andrew Spitz, nasceu na cidade de Modesto, no estado norte-americano da Califórnia, a 10 de Fevereiro de 1950. Quando tinha apenas dois anos de idade a sua família mudou-se para o Havai, onde o seu pai, Arnold Spitz, o ensinou e incentivou a nadar. Em 1956 a sua família regressa à Califórnia, começando a treinar-se sobre orientação do técnico Sherm Chavoor, que se tornaria seu mentor e de diversos outros campeões olímpicos. Aos dez anos, o jovem franzino despontou para o cenário internacional, quando bateu 17 recordes nacionais e um recorde mundial da natação para a sua faixa etária. Em 1964, Arnold resolveu levar o filho para a Academia Santa Clara, uma das mais reputadas nos EUA, onde o nadador teve a sorte de ter aulas com George Haines, um dos mais respeitados técnicos de natação norte-americanos. No entanto, Mark Spitz incompatibilizou-se com o técnico e foi obrigado a abandonar a Academia. Depois de passar toda a adolescência como o mais promissor dos jovens nadadores americanos, o atleta calou os seus críticos e conquistou aos dezassete anos, cinco medalhas de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Winnipeg, em 1967.
A conquista encheu de confiança o nadador, que prometeu a todos ganhar seis medalhas de ouro nos Jogos Olímpicos da Cidade do México, em 1968. O sonho tornar-se-ia um verdadeiro pesadelo para Spitz. As declarações de Spitz deram-lhe uma imagem de arrogante e convencido, que ele não conseguiu desmentir na piscina olímpica. Mark Spitz, sairia do México, apenas com duas medalhas de ouro, por equipas, nos 4X100 e nos 4x200 livres, ficando com as medalhas de prata nas provas individuais dos 100m livres e dos 100m mariposa.
Desapontado com sua performance no México, quando voltou aos Estados Unidos entrou para a Universidade de Indiana, onde passou a ser treinado pelo famoso técnico Doc Counsilman, que havia sido o treinador da equipa norte-americana de natação nos Jogos de 1968. No período de 1968 a 1972, sob a orientação de Counsilman, Spitz venceu todos os campeonatos norte-americanos de natação e tornou-se o Nadador do Ano de 1969, 1971 e 1972. No ano de 1971, foi também distinguido como o atleta do ano americano.
Para os Jogos de Munique, as perspectivas de Spitz, eram melhores, pois o nadador conseguiu, também, a qualificação para os 200 metros livres.
As provas destinadas a definirem a selecção norte-americana para os Jogos Olímpicos revelaram um Spitz em grande forma. Nestas provas, Mark Spitz obteve três recordes mundiais, nadando os 100 metros livres em 51s47, os 100 metros mariposa em 54,56 segundos e os 200 metros mariposa em 2 minutos e 01,53 segundos.
Não faltava nada, portanto para Spitz fazer história.
A 28 de Agosto de 1972, Spitz não podia ter começado melhor a sua participação olímpica, ganhando os 200 metros mariposa, superando o seu recorde do Mundo, fixando-o em 2 minutos e 00,70 segundos.
Além disso, venceu, igualmente, os 4X100 metros livres, integrado na equipa dos Estados Unidos, que também fixou um novo máximo mundial, com 3 minutos e 26,42 segundos.
No dia 29 de Agosto, Spitz deu um passo importante para a concretização do seu objectivo, ao vencer a prova em que não era recordista mundial; os 200 metros livres, estabelecendo um novo recorde mundial, com o tempo de 1 minuto e 52,78 segundos.
A 31 de Agosto, Mark Spitz volta à piscina para continuar a fazer história: ganhou os 100 metros mariposa e os 4X200 metros livres, registando mais dois recordes mundiais (54,27 segundos e 7 minutos e 35,78 segundos, respectivamente). Com estas duas medalhas, Spitz entrou para a história olímpica como o nadador mais dourado de sempre.
Mas a história não ficaria por aqui. Depois de dois dias de intervalo, Spitz reabriu a luta pelas medalhas. A 3 de Setembro, vence os 100 metros livres, com o tempo recorde de 51,22 segundos, como não podia deixar de ser.
No dia seguinte, Mark Spitz elevou para sete o número das medalhas conquistadas nos Jogos Olímpicos de Munique, ao ganhar a estafeta de 4X100 metros estilos, que ditaram a queda de mais um recorde mundial; 3 minutos e 48,16 segundos.
Os seus triunfos, entretanto, foram obscurecidos pelo ataque terrorista do Setembro Negro, que custou a vida a 11 atletas israelitas. Mark Spitz, que também era judeu, temendo ser escolhido como alvo pelo grupo terrorista, abandonou a Alemanha incógnito.
Após Munique, Spitz retirou-se da natação com apenas 22 anos de idade, enriquecendo fazendo televisão, cinema e publicidade.
Em 1991, o director de cinema Bud Greenspan ofereceu-lhe um milhão de dólares para que ele voltasse às piscinas e tentasse a qualificação para os Jogos Olímpicos de Barcelona de 1992. Aos 41anos, Spitz tentou por diversas vezes mas não conseguiu o apuramento para a selecção dos Estados Unidos.
Estava terminada a carreira de um dos melhores nadadores de todos os tempos.
(Fontes: Site Oficial de Mark Spitz, Lusa, JN, Wikipédia e Publico).

Alain Bernard


Alain Bernard exibe a sua medalha de ouro.
Um dos duelos mais esperados na natação nestes Jogos Olímpicos aconteceu hoje no Centro Aquático Nacional, vulgo "Cubo de Água", pondo, lado a lado, o australiano Eamon Sullivan -recordista mundial- e o francês Alain Bernard.
Numa luta emocionante dentro da piscina, que se tem arrastado desde de Março do corrente ano, estes dois atletas bateram, nos últimos três dias, o recorde mundial da distância por três vezes , fixado por Eamon Sullivan em 47s05, na meia-final na prova-rainha da natação.
César Cielo Filho exibe a sua medalha de bronze.
Hoje a vitória sorriu ao nadador francês Alain Bernard, que conquistou a medalha de ouro, depois de bater por 11 centésimos de segundo o australiano Eamon Sullivan.
Alain Bernard venceu com o tempo de 47,21s, enquanto Eamon Sullivan foi medalha de prata com o tempo de 47,32s, longe dos 47,05s que lhe deram, quinta-feira, o novo máximo mundial.
A bandeira brasileira subiu ao alto no estandarte dos medalhados da natação, através de César Cielo Filho, que garantiu a medalha de bronze, ex.aequo com o nadador norte-americano Jason Lezak , que percorreram a distância em 47,67s.
Os quatro medalhados da esquerda para a direita: Eamon Sullivan, Alain Bernard, César Cielo e Jason Lezak.
Na véspera da final dos 100m livres, César Cielo sonhava com o pódio olímpico; transformado em realidade através de uma performance excepcional, na qual estabeleceu o novo recorde sul-americano da disciplina (47s67).
O holandês Pieter Van den Hoogenband, duplo campeão olímpico e que visava um histórico terceiro título consecutivo, foi quinto classificado, com o tempo de 47,75s.

quarta-feira, agosto 13, 2008

Christiane F.


Quem tem mais de quarenta anos (na realidade não é preciso ter mais de quarenta anos), lembra-se certamente de na sua juventude ter lido o livro Os Filhos da Droga, da teenager Christiane F.
A personagem “ Eu, Christiane F., 13 anos, Drogada e Prostituta” é de novo notícia na Alemanha por ter voltado ao consumo de heroína e, segundo os jornais “Bild” e “BZ”, ter perdido a custódia do seu filho, Christiane de 11 anos.
O novo drama de Christiane Felscherinow, que tem 46 anos actualmente, teria começado no começo deste ano, quando ela e o namorado decidiram emigrar para Amesterdão, Holanda, levando o filho. Nesta cidade, Christiane teria voltado a consumir heroína e após uma zanga com o namorado, Christiane Felscherinow voltou no fim de Junho à Alemanha e, ainda no comboio, entregou o filho à Polícia Federal alemã. Segundo a imprensa alemã, amigos e conhecidos contam que Christiane tem procurado as antigas amizades da época das drogas, passando a noite na casa de amigos e frequenta uma praça de Berlim famosa como ponto de venda de estupefacientes. O tablóide “Bild” cita a mãe de Christiane, que teria visitado o neto duas vezes no abrigo infantil. De acordo com o periódico, a criança só poderá voltar ao convívio da mãe caso Christiane F. supere os seus problemas psiquiátricos e a dependência de drogas.
Após uma trajectória de repetidas tentativas de desintoxicação, Christiane parecia ter vencido a luta contra as drogas apesar de ter admitido, durante uma entrevista à televisão alemã em Maio do ano passado, que temia “recaídas”.
Christiane ainda disse que ingeria com frequência a metadona, um medicamento usado na terapia para dependentes de heroína.
“Tomo diariamente uma dose pequena”, afirmou, contando ter medo de enfrentar novos problemas que a impedissem de criar o seu filho. “De outra forma, não sei o que aconteceria”, disse Christiane F. na época. “A metadona é para mim uma segurança, para que eu não caia num buraco.”
Desempregada, disse sentir-se marginalizada pela sociedade, tendo como principal fonte de rendimento o dinheiro que recebe mensalmente pelos direitos do romance que a tornou famosa.
É razão para dizer: o que nasce torto, dificilmente se endireita.(Com BBC).

"Baltimore Kid"


O “Baltimore Kid” tornou-se hoje no atleta com maior número de medalhas de ouro em Jogos Olímpicos, depois de ganhar mais duas em Pequim. O nadador norte-americano bateu o recorde de medalhas de ouro ao vencer as finais dos 200m mariposa e da estafeta 4x200m livres com mais dois recordes mundiais (1m52s03 e 6m58s56), na piscina do Cubo de Água, em Pequim.
A grande figura dos Jogos Olímpicos de Pequim, fica assim a três medalhas de ouro de cumprir o seu objectivo de ganhar oito medalhas de ouro em Pequim e de bater o recorde do seu compatriota Mark Spitz, que conquistou sete medalhas de ouro nos Jogos Olímpicos de 1972.
Com onze medalhas de ouro em três Olimpíadas (Sydney 2000, Atenas 2004 e Pequim 2008), Michael Phelps supera as nove medalhas douradas conquistadas por Carl Lewis, Mark Spitz ,Paavo Nurmi e Larissa Latynina.
A juntar a estas onze medalhas já conquistadas há o facto de cada vez que Michael Phelps entra na água, bater mais um recorde mundial. Neste momento já bateu por 26 vezes os recordes mundiais nas diferentes categorias.
Aos onze títulos de Michael Phelps há que juntar ainda as duas medalhas de bronze conquistadas em Atenas. Com treze medalhas olímpicas no total, Michael Phelps pode ainda bater o recorde, de atleta masculino com mais medalhas olímpicas, detido pelo ginasta soviético Nikolai Andrianov, vencedor de 15 medalhas (sete de ouro, cinco de prata e três de bronze, em Munique 1972, Montreal 1976 e Moscovo 1980).

terça-feira, agosto 12, 2008

Michael Phelps


Por agora não temos nenhuma alegria. Vamos perdendo onde éramos favoritos e só uma surpresa poderá dar uma medalha a Portugal no decorrer da primeira semana dos Jogos Olímpicos. Ainda falta muito para o final e espero ver a bandeira portuguesa no lugar mais alto do pódio.
Há que saber esperar.
Enquanto isso, o fenómeno da natação mundial, Michael Phelps, 23 anos, conquistou mais uma medalha de ouro com recorde mundial em Pequim, e entrou de vez para a história dos Jogos Olímpicos. O nadador de Baltimore venceu a final dos 200m livres, realizada no Cubo de Água, com o tempo de 1m42s96, e igualou o recorde histórico de nove medalhas de ouro nos Jogos Olímpicos. Ou seja, se voltar ao lugar mais alto do pódio (que é mais que provável), tornar-se-á o atleta mais medalhado de sempre nas Olimpíadas.
Com nove medalhas de ouro, Michael Phelps iguala o recorde de Carl Lewis (atletismo, em quatro J.O.), Mark Spitz (natação, em dois J.O.), Paavo Nurmi (atletismo, em três J.O) e Larissa Latynina (ginástica, em três J.O). O nadador americano, também se tornou o atleta que mais vezes estabeleceu recordes mundiais. Até ao momento, Michael Phelps já estabeleceu 24 novos recordes mundiais.
Michael Phelps, no entanto, ainda não atingiu o seu objectivo principal: ultrapassar a incrível marca de sete medalhas de ouro numa única edição dos Jogos Olímpicos. A façanha é do nadador americano Mark Spitz, quando conquistou 7 medalhas de ouro nos Jogos Olímpicos de Munique em 1972.
Faltam cinco medalhas de ouro a Phelps para quebrar este recorde de 36 anos.

sexta-feira, agosto 08, 2008

Jogar pelos direitos humanos


A escolha de Pequim para organizar e ser anfitriã dos Jogos Olímpicos de 2008 foi acompanhada por promessas do Governo chinês de fazer progressos visíveis no que toca aos direitos humanos. Entendemo-las como uma condição cujo cumprimento seria exigido pelo Comité Olímpico Internacional. Era assim que os Jogos deste ano poderiam contribuir para uma maior abertura e respeito pelos padrões internacionais de direitos humanos e liberdade no país anfitrião.
Para que as palavras da Carta Olímpica, que postulam que o objectivo do olimpismo é "pôr o desporto ao serviço do desenvolvimento harmonioso do ser humano, com vista a promover uma sociedade pacífica dedicada à preservação da dignidade humana", sejam cumpridas, é necessário que todos os envolvidos nos Jogos Olímpicos possam saber da situação real na China e apontar livremente as violações dos direitos humanos, em qualquer lugar e altura, de acordo com a sua consciência. Apelamos ao Comité Olímpico Internacional que torne isso possível.
Uma interpretação da Carta Olímpica de acordo com a qual os direitos humanos seriam um tema político que não deve ser discutido nos espaços olímpicos é-nos estranha. Os direitos humanos são um tema universal e inalienável, entronizado em documentos internacionais de direitos humanos que a China também subscreveu, transcendendo políticas internacionais e domésticas, e todas as culturas, religiões e civilizações.
Portanto, falar das condições dos direitos humanos não pode ser uma violação da Carta Olímpica. Falar de direitos humanos não é política; só regimes autoritários e totalitários tentam equipará-los/transformá-los em política. Falar de direitos humanos é um dever.
Estamos preocupados com o facto de que os Jogos Olímpicos de Pequim possam simplesmente tornar-se num espectáculo gigante que distraia o público internacional das violações de direitos humanos e civis na China e noutros países significativamente influenciados pelo Governo chinês. Portanto, vemos como celebração digna dos ideais olímpicos não só nos desempenhos desportivos, mas também na oportunidade de expressar atitudes cívicas. Apelamos a todos os participantes dos Jogos Olímpicos de Verão em Pequim que usem essa liberdade para apoiar aqueles cujas liberdades, mesmo no momento dos Jogos, lhes são negadas pelo Governo chinês.
Reprodução de um artigo de opinião editado hoje no jornal Público e assinado por :Václav Havel, antigo Presidente da República Checa, Desmond Tutu, Prémio Nobel da Paz, Wei Jingsheng, activista no movimento para a democracia na China e André Glucksman, filósofo e ensaísta.
Exclusivo Público/Project Syndicate.

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As imagens são realmente belas, neste festival de glorificação e autopropaganda do regime chinês.

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Belas imagens.

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Mais, belas fotos.

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Fotos da abertura dos Jogos Olímpicos de Pequim.

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Festa de pré-abertura.

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Por volta da uma hora da tarde começa o festival de glorificação e autopropaganda do regime chinês.

terça-feira, agosto 05, 2008

Beijing 2008




Um mundo tão complexo necessita de uma boa explicação.

Dietas




Advertising Agency: Propaganda, Bucharest, Romania
Creative Director: Andrei Tripsa
Art Director: Bogdan Moraru
Copywriters: Tudor Pascanu, Vlad Tomei
Illustrator: Tiberiu Bleoanca
A obesidade é um problema de saúde pública.
Nesta altura de férias, uma dietinha não faz mal a ninguém e evita atentados ao pudor.

Marilyn Monroe


Norma Jean Baker, mais tarde Marilyn Monroe, nasceu a 1 de Junho de 1926, em Los Angeles. Filha de mãe solteira, frequentemente internada em instituições psiquiátricas, Marilyn teve uma infância difícil, tendo sido educada em orfanatos e lares adoptivos.
Casou pela primeira vez aos 16 anos com um mecânico de aviões. Antes de se tornar estrela de cinema foi pin up em revistas e modelo. Voltou a casar em 1954, desta vez com o famoso jogador de basebol Joe DiMaggio. Depois do divórcio, casou-se pela terceira vez com o dramaturgo Arthur Miller, autor de Os Inadaptados (1960), o último filme da actriz.
Foram objecto de muita especulação as supostas ligações que manteve com o presidente J.F. Kennedy e o seu irmão Bob Kennedy bem como com o actor Yves Montand. A sua vida de glamour foi dominada pela tragédia e infelicidade. Ainda iniciou as filmagens de Something’s Got to Give, que acabou por não terminar devido à morte prematura, em 1962, causada, oficialmente, por uma overdose de comprimidos.Estrela dos filmes de Hollywood na década de 50, Marilyn imortalizou-se na tela pelo seu visual de loura, bela e voluptuosa. Considerada a maior símbolo sexual do Século Vinte, foi contratada pelos estúdios Fox em 1946, mas só em 1950 começou a ter notoriedade, em filmes como, Quando a Cidade Dorme, de John Huston e Eva, de Joseph Mankiewicz.
Seguiram-se A Culpa foi do Macaco, de Howard Hawks (1952) e Os Homens Preferem as Loiras (1953). Especializou-se em comédias como, Como se Conquista um Milionário (1953), O Pecado Mora ao Lado (1955), Paragem de Autocarro (1956) e Quanto Mais Quente Melhor (1959), criando o estereótipo da mulher-criança, a eterna inocente num corpo de pecado. Foi encontrada morta na sua casa em Los Angeles, no dia 5 de Agosto de 1962. Tinha 36 anos.

segunda-feira, agosto 04, 2008

outras verdades




I'm Dewarist.
Advertising Agency: Shampoo, Santo Domingo, Dominican Republic
Creative Directors: Angel Rosario, Maurice Sánchez
Art Director: Maurice Sánchez
Copywriter: Angel Rosario