segunda-feira, agosto 25, 2008

Cortina Sobre Pequim





Durante 16 dias, os melhores atletas do mundo superaram os seus limites para conquistar o lugar mais alto do pódio nos Jogos Olímpicos de Pequim. Correram, saltaram, nadaram, lutaram, lançaram e pedalaram, para ser os primeiros e 302 deles atingiram o objectivo. Mas além de ganharem a medalha de ouro eles queriam mais; ao todo nos Jogos Olímpicos de Pequim foram batidos 175 recordes, sendo 132 recordes olímpicos e 43 recordes mundiais.
Michael Phelps, Usain Bolt, Yelena Isinbayeva, Samuel Kamau Wansiru, Kenenisa Bekele, César Cielo, Tirunesh Dibaba, Nélson Évora, Emma Snowsill, de uma extensa lista de 302 atletas que subiram ao lugar mais alto do pódio, são eles todos os vencedores.
Dos 205 países presentes nos Jogos Olímpicos de Pequim, 87 países marcaram presença no quadro das medalhas, dominado pela China, com 100 medalhas, sendo 51 de ouro, 21 de prata e 28 de bronze. Mas, mais alguns países tiveram motivos para celebrar; o Afeganistão, as Maurícias, o Tajiquistão e o Togo garantiram uma medalha pela primeira vez. O Bahrein, a Mongólia e o Panamá conquistaram as suas primeiras medalhas de ouro.
Quem tem muito para comemorar é, também, a Jamaica, dominadora das provas de atletismos nas distâncias curtas relegando os poderosos Estados Unidos para um lugar subalterno.
O resultado para Portugal saldou-se, ao nível de medalhas conquistadas, como a melhor representação de sempre numa Olimpíada.
Feitas as contas, a nível desportivo a XXIX Olimpíada foi um sucesso. A China despede-se dos seus Jogos, espera-nos Londres 2012.
Hello, London 2012.

domingo, agosto 24, 2008

Cerimónia de Encerramento





Zai Jain, Beijing 2008.
"Com estes Jogos, o mundo conheceu melhor a China e a China conheceu melhor o mundo... estes foram verdadeiramente uns Jogos excepcionais... nasceram novas estrelas. As estrelas dos Jogos Olímpicos anteriores impressionaram-nos outra vez. Partilhamos as suas alegrias e lágrimas e admiramos suas habilidades. E lembraremos, por muito tempo, as façanhas que testemunhamos aqui", Jacques Rogge, presidente do COI.

Os Deuses do Olimpo


Deus do Fogo - A cerimónia de abertura dos Jogos Olímpicos de Pequim no dia 08.08.08 às 8 horas, 8 minutos e 8 segundos.
Deusa do Ar - A russa Yelena Isinbayeva, bicampeã olímpica, estabeleceu o recorde olímpico e mundial com os estratosféricos 5m05, batendo o seu recorde mundial pela décima segunda vez consecutiva e a vigésima quarta vez na sua carreira.
Deus da Água - O norte-americano Michael Phelps vencedor das provas d0s 400m estilos (4m03,84s), os 4x100m livres (3m08,24s), os 200m livres (1m42,96s), os 200m mariposa (1m52,03s), os 4x200m livres (6m58,56s) e os 200m estilos (1m54,23s) e os 4x100 metros estilos (3m29,34s) todas estas vitórias com recordes mundiais, e os 100m mariposa (50,58s), com recorde olímpico.
Oito medalhas de ouro numa única edição dos Jogos Olímpicos.
Deus da Terra - O jamaicano Usain Bolt, triplo campeão olímpico e triplo recordista mundial. Os seus recordes estabelecem a barreira entre o humano e o sobrenatural. Fez os 100m no tempo de 9s69, os 200m em 19s30 e na estafeta 4x100m ajudou a Jamaica a fixar o cronómetro nos 37s10.

O Homem da Maratona


O velho recorde olímpico da maratona (2h09m21s) conquistado a 12 de Agosto de 1984 nos Jogos Olímpicos de Los Angeles por Carlos Lopes foi batido hoje pelo atleta queniano Samuel Kamau Wansiru, que fez os 42 quilómetros e 195 metros em 2h06m32s.
O tempo com que Carlos Lopes conquistou a primeira medalha de ouro para Portugal, já fora batido em diversas maratonas mais de quinhentas vezes, mas nunca ninguém tinha logrado fazer melhor tempo numa Olimpíada.

sábado, agosto 23, 2008

Fiasco Olímpico


Os Jogos Olímpicos de Pequim serão recordados por muitos anos nos Estados Unidos da América, como um dos maiores fiascos olímpicos de sempre dos norte-americanos: perderam a hegemonia nas provas de velocidade no atletismo e regressaram ao segundo lugar no medalheiro.
A participação norte-americana nos Jogos Olímpicos associa-se fundamentalmente às provas explosivas das distâncias curtas do atletismo, a disciplina rainha dos Jogos.
O país de Jesse Owens, Bob Morrow, Bob Hayes, Jim Hines, Tommie Smith, Florence Griffith-Joyner, Carl Lewis, Evelyn Ashford, Michael Johnson, Maurice Greene e Tyson Gay, entre muitos outros, eclipsou-se nas provas de velocidade do atletismo, dos Jogos Olímpicos de Pequim.
A incrível fábrica de produção de sprinters norte-americana passa por um calvário histórico na modalidade.
Os efeitos do escândalo Balco, o maior escândalo de doping colectivo que à memória no desporto norte-americano, com sanções a treinadores como Trevor Graham e atletas, encabeçados por Marion Jones e com Tim Montgomery e Kelly White e que não faltam insinuações sobre Maurice Green e Carl Lewis, levantou um clima de suspeição que levou esta geração de velocistas a ser discreta e desacreditada junto da opinião pública norte-americana e mundial, incapaz de opôr resistência aos atletas provenientes da Jamaica e de outras minúsculas ilhas caribenhas.
Em busca de responsabilidades, a imprensa norte-americana dispara em todas as direcções, ao contrário do que faz com Phelps, especialmente para questionar a qualidade dos testes anti-doping dos atletas jamaicanas. Mas os factos dissipam todas as insinuações da imprensa norte-americana: nunca um atleta que representou a Jamaica nos Jogos Olímpicos acusou doping. Ponto final, parágrafo.
É verdade que estes resultados dos sprinters norte americanos em Pequim são demolidores para o ego dos americanos, num país habituado, desde do paleolítico do atletismo, a ver um atleta seu a vencer uma prova dos 100, 200 ou 4x100 metros.
Provavelmente, esta travessia do deserto será curta, pois o sistema universitário americano, garante um grande fluxo de atletas, com competições muitas duras e a selecção dos melhores, que se transformam em atletas de eleição, mas até lá, a Jamaica festeja vitórias, medalhas e recordes inesquecíveis e vai fazendo ídolos e história

O Benfica Olímpico


É uma provocação, desportivamente incorrecta, de enaltecer o facto, de o Benfica ganhar nos Jogos Olímpicos de Pequim mais medalhas que Portugal. Todavia, não é menos facto por isso.

Os atletas do Benfica conquistaram para Portugal duas medalhas: uma de ouro com Nélson Évora e outra de prata com Vanessa Fernandes.
A esta vitoriosa dupla portuguesa, há que juntar o “che” Di Maria, que conquistou a medalha de ouro com a equipa de futebol da Argentina, apontando o golo da vitória, 1-0, na final com a formação da Nigéria.

Com este pecúlio, o Benfica teve a melhor prestação de sempre de uma formação portuguesa nos Jogos Olímpicos e por incrível que pareça, esta presença de Portugal nos Jogos Olímpicos de Pequim, é, no que se refere a medalhas, a melhor prestação olímpica de sempre das cores nacionais.

Lightning Bolt


O atletismo mundial andava à procura de um “rei” da velocidade, encontrou-o nestes Jogos Olímpicos: Usain Bolt. Chegado a Pequim discretamente, Usain Bolt sai destes Jogos, como a grande figura do atletismo mundial; triplo campeão olímpico e triplo recordista mundial.
No estádio Ninho de Pássaro, Usain Bolt fez o pleno: três finais, três vitórias e três recordes mundiais… e que três recordes.

Na prova dos 100m, a superioridade com que ganhou a prova com o recorde mundial de 9,69s deixou toda a gente alucinada. No entanto o mais importante estava para vir com a prova dos 200 metros, onde estava o mais difícil, apetecível e inacessível recorde mundial, que pertencia a Michael Johnson desde dos Jogos Olímpicos de Atlanta 1996, com o fabuloso tempo de 19,32 s. Com uma corrida do outro mundo, Usain Bolt, chegou ao fim com o cronómetro a marcar a incrível marca de 19,30s.
Nos últimos 12 anos todos os velocistas eram comparados com Michael Johnson e se havia algum recorde que não era acessível aos actuais velocistas mundiais era a sua marca estratosférica nos 200m, 19,32s, um recorde que todos os especialistas apontavam como impossível de bater nos próximos anos. Esta marca e este atleta estabeleciam a fronteira entre o humano e o sobrenatural. Lightning Bolt escolheu o lado mais difícil da fronteira: o sobrenatural.
Em menos de uma semana, enviou o atletismo para uma época de ficção, para o infinito e mais além.
Com apenas 21 anos, o atleta jamaicano tornou-se duplo campeão olímpico e duplo recordista mundial nos 100 e 200m. Para valorizar o desempenho de Bolt, basta lembrar que o último atleta que conseguiu a "dobradinha" olímpica foi Carl Lewis, em 1984 nos Jogos de Los Angeles, sem lograr, no entanto, bater os recordes mundiais.
Ontem fazendo equipa com Nesta Carter, Michael Frater e Asafa Powell, a Jamaica bateu o recorde mundial da estafeta 4x100 metros, ao fazerem a corrida em 37,10s batendo o recorde de 37,40, que pertencia a um quarteto dos Estados Unidos desde os Jogos Olímpicos de Barcelona de 1992.
Usain Bolt é a grande figura dos Jogos Olímpicos de Pequim, face às três medalhas de ouro com outros tantos sensacionais recordes mundiais, a par do nadador norte-americano Michael Phelps, que arrebatou oito medalhas de ouro.

segunda-feira, agosto 18, 2008

Vanessa de Prata


Vanessa Fernandes sagrou-se hoje vice-campeã olímpica de triatlo, conquistando a primeira medalha para Portugal em Pequim 2008, numa prova em que perdeu apenas para a rival e imparável australiana Emma Snowsill, que terminou a prova com o tempo de 1:58.27 horas, menos um minuto e seis segundos que a portuguesa.
A triatleta portuguesa, chegou aos Jogos Olímpicos de Pequim como líder do ranking olímpico, pentacampeã europeia, e recordista de vitórias consecutivas (vinte) na Taça do Mundo de Triatlo, juntando ainda o título de campeã mundial em 2007 e vencedora das três ultimas Taças do Mundo, um currículo de peso que a tornavam uma das principais favoritas à vitória final.
Mas, ao contrário do que aconteceu com outros atletas portugueses, Vanessa Fernandes preferiu confirmar em prova esse estatuto de favorita em vez de prometer mundos e fundos.
Não prometeu nada e sai com a medalha de prata dos Jogos Olímpicos de Pequim, a primeira medalha nestes Jogos para Portugal.

Com este resultado, Portugal conquistou, finalmente, a primeira medalha, mas só por milagre cumprirá o objectivo de quatro medalhas com que o Comité Olímpico de Portugal sonhava.
Nos 1,5 quilómetros da natação, Vanessa saiu no nono lugar, a escassos quatro segundos da norte-americana Laura Bennett (20.19 minutos), uma das favoritas ao triunfo final.
Cerca de 40 atletas saíram da água a menos de 10 segundos da líder, mas o pelotão cedo começou a perder elementos, também por acção da portuguesa.
Com efeito, no arranque para os 40 km de ciclismo, com seis voltas a um circuito de 6,6 km, Vanessa cedo se "mostrou", encabeçando o grupo no ataque à primeira subida, de elevado grau de dificuldade, que começou a fazer os primeiros estragos.
A triatleta nacional mantinha-se sempre na cabeça do grupo de 22 elementos, junto a todas as favoritas, entrando no atletismo em 11º, a seis segundos da neozelandesa Andrea Hewitt.
Quem não perdeu tempo e passou à ofensiva foi a tricampeã mundial Emma Snowsill, que rapidamente ganhou distancia: ao fim da primeira de quatro voltas já se cifrava em 15 segundos para Vanessa Fernandes, que tinha à perna a norte-americana Laura Bennet e Andrea Hewitt.
Lá na frente Emma Snowsill revelava-se imparável e ganhava cada vez mais terreno rumo à medalha de ouro, enquanto Vanessa Fernandes controlava Emma Moffat.
Na classificação final, a australiana Emma Snowsill, medalha de ouro, terminou os três percursos da prova em 1h58m27,66s, Vanessa Fernandes, medalha de prata, com o tempo de 1h59m34,63s e Emma Moffat, medalha de bronze, com o tempo de 1h59m55,84.

domingo, agosto 17, 2008

Vanessa Fernandes


Perfil
Nome: Vanessa de Sousa Fernandes.
Data de nascimento: 14/09/1985 (22 anos).
Naturalidade: Vila Nova de Gaia.
Altura: 1,68 metros.
Peso: 57 quilos.
Clube: Benfica.
Treinadores: Sérgio Santos, António Jourdan e Bruno Salvador.
Profissão: Atleta.
Anos de carreira: 6 (no triatlo).
Palmarés:
1º Ranking Qualificação Olímpica.
Recordista vitórias Taça do Mundo (20).
Campeã do Mundo:
Triatlo 2007 em Hamburgo (Alemanha).
Duatlo 2007 em Gyor (Hungria).
Medalha de prata em 2006 em Lausana (Suíça).
Campeã da Europa:Triatlo: 2004 Valência (Espanha), 2005 Lausana (Suíça), 2006 Autun (França), 2007 Copenhaga e 2008 Lisboa (Portugal).
Duatlo: 2006 Rimini (Itália).
Campeã da Europa de Sub-23:Triatlo: 2004 Tiszaujvaros (Hungria), 2005 Sófia e 2006 Rijeka (Croácia).
Outras medalhas:
2007
1º Life Time Fitness “Guerra dos Sexos”.
2006
2º Campeonato do Mundo.
2003
3º Campeonato do Mundo juniores.
2002
3º Campeonato da Europa juniores.
3º Campeonato da Europa juniores (duatlo).
Títulos internacionais colectivos:
Triatlo: Medalha de prata nos Europeus juniores de estafetas (2003).
Duatlo: Medalha de prata nos Europeus juniores de estafetas (2001).

Francis Obikwelu: Adeus e Obrigado


Francis Obikwelu depois de ter sido afastado da final dos 100 metros dos Jogos de Pequim, anunciou que vai abandonar a competição e já não participa nas eliminatórias dos 200 metros.
O velocista português chegou a Pequim determinado em vencer a medalha de ouro, que lhe tinha fugido nos Jogos de Atenas em 2004. Tinha convencido os portugueses, que podíamos sonhar com a vitória na prova-rainha do atletismo mundial, quando dois dias antes tinha afirmado querer apenas... conquistar a medalha de ouro.
Depois de ter demonstrado na pista uma debilidade impressionante, em tudo contraditória com o seu discurso optimista, sendo eliminado nas meias-finais da prova dos 100 metros, com o tempo de 10,10 segundos, quando no dia anterior, dizia que podia correr em 9,80 segundos se precisasse; Francis Obikwelu, numa declaração totalmente imprevista, decidiu abandonar a competição, agradecendo ao povo português o total apoio que sentiu ao longo dos anos, juntando-lhe um digno pedido de desculpas pelo seu desempenho.
Sem Francis Obikwelu, jamais ousaríamos pensar numa medalha na prova mais espectacular do atletismo mundial, portanto as desculpas são aceites e acompanhadas de um muito obrigado, por ter levado bem alto o nome de Portugal nestes anos de competição.
Adeus e obrigado.
O atleta português, Francis Obiora Obikwelu nasceu a 22 de Novembro de 1978, em Onitsha, na Nigéria. Praticante de atletismo desde muito novo, Francis Obikwelu aproveitou a oportunidade de ficar em Portugal quando, em 1994, participou no Campeonato Mundial de Juniores, de 400 metros, em Lisboa. Após a competição, Obikwelu não regressou ao país natal, permanecendo, assim, numa situação ilegal. Desenraizado, abandonou temporariamente o mundo do desporto e, ainda com 16 anos, para se sustentar, trabalhou na construção civil. Depois de viver algum tempo em Lisboa, mudou-se para o Algarve, onde Mary Morgan, professora em Loulé, o apoiou no regresso às pistas.
Obikwelu começou, então, a participar em diversas provas internacionais, conseguindo sucessivos lugares de destaque. Em 1996, sagrou-se Campeão do Mundo de Juniores em duas categorias, nos 100 e 200 metros. No ano seguinte, ao participar no Campeonato Mundial, conquistou a medalha de prata na prova de 4x100 metros. Em 1999, além de receber a medalha de bronze na categoria dos 200 metros, no Campeonato Mundial, recebeu o título de Campeão Africano nas categorias de 200 e de 4x100 metros. Até se naturalizar português, em 2001, participou nos Jogos Olímpicos de Atlanta, em 1996, e de Sydney, em 2000, nos quais correu ainda pela Nigéria.
A partir do momento em que se naturalizou português, Francis Obikwelu tornou-se um dos mais importantes atletas do nosso país. Em 2002, destacou-se no Campeonato da Europa, no qual recebeu duas medalhas de prata, nas classes de 100 e 200 metros, assim como na Taça do Mundo de Pista, em que subiu ao pódio outras duas vezes, conquistando a medalha de prata nos 100 metros e o Ouro nos 200 metros.Dois anos depois, na sua terceira participação olímpica, em Atenas, a primeira em que representou Portugal, Obikwelu atingiu o momento de maior realização da sua carreira: além de obter um quinto lugar nos 200 metros, venceu a medalha de prata na categoria dos 100 metros, numa corrida notável, em que conquistou, ainda, os recordes nacional e europeu nesta categoria.
Em Agosto de 2006, conquistou duas medalhas de ouro no Campeonato da Europa de Gotemburgo: uma na categoria dos 100 metros e a segunda nos 200 metros. (Fonte:Biblioteca Universal).

A Lenda Phelps


O Baltimore Kid, como não podia deixar de ser, conquistou a sua oitava medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Pequim e bateu o mítico recorde do seu compatriota Mark Spitz, conseguido nos Jogos de Munique em 1972.
Phelps conquistou a oitava medalha de ouro em Pequim ao ajudar a estafeta dos Estados Unidos a vencer a final dos 4x100 metros estilos, em 3m29,34s, um novo recorde mundial, o vigésimo sétimo da sua carreira.
O norte-americano nadou o terceiro percurso (mariposa), depois de Aaron Peirsol (costas) e Brendan Hansen (bruços), e passou a equipa do terceiro para o primeiro lugar, que Jason Lezak (livres) não deixou fugir.
Michael Phelps passou a somar 14 medalhas de ouro olímpicas (ganhou seis em Atenas 2004), reforçando um recorde que havia batido a 13 de Agosto.
Com a medalha de hoje (16 medalhas olímpicas no total), Phelps passou a ser o atleta masculino mais medalhado de sempre, estando, em absoluto, no segundo lugar a duas medalhas da ginasta soviética Larissa Latynina, que em três participações olímpicas (1956, 1960 e 1964), subiu 18 vezes ao pódio, recebendo 9 medalhas de ouro, 5 de prata e 4 de bronze. Um registo a bater nos Jogos Olímpicos de Londres em 2012.
A lenda Phelps ganhou nestes Jogos Olímpicos os 400 estilos (4m03,84s), os 4x100 livres (3m08,24s), os 200 livres (1m42,96s), os 200 mariposa (1m52,03s), os 4x200 livres (6m58,56s) e os 200 estilos (1m54,23s) e os 4x100 metros estilos (3m29,34s) todas estas vitórias com recordes mundiais, e os 100 mariposa (50,58s), com recorde olímpico.

Michael Phelps: o Maior Atleta Olímpico de Todos os Tempos


O maior atleta olímpico de todos os tempos, nasceu em Baltimore, E.U.A., a 30 de Junho de 1985, de seu nome completo Michael Fred Phelps II. Filho de um polícia, Fred Phelps e de uma professora, Debbie Davisson Phelps, o bebé Michael cresceu em contacto com a água; a sua mãe, deixava-o num carrinho de bebé na beira da piscina enquanto as suas irmãs mais velhas, Whitney e Hilary treinavam. Aprendeu a nadar aos 7 anos, no mesmo ano em que os seus pais se divorciaram. Aos 11, bateu o recorde dos Estados Unidos nos 100m mariposa para a sua idade, chamando, dessa forma, a atenção do técnico Bob Bowman. Nesse mesmo ano, 1996, Bowman impressionado com o rapaz chamou-o para o North Baltimore Aquatic Club e traçou um plano para treiná-lo para os Jogos Olímpicos até 2012.
Estreou-se aos 15 anos nos Jogos Olímpicos de Sydney em 2000, tendo obtido o quinto lugar na final dos 200m mariposa. Cinco meses após a sua estreia nuns Jogos Olímpicos, aos 15 anos e 9 meses de idade, bate o recorde desta mesma prova, nos Mundiais de Natação de Fukuoka em 2001, tornando-se o mais jovem nadador de todos os tempos a bater um recorde mundial de natação. Começava desta forma a lenda da natação mundial.
Michael Phelps chega aos Mundiais de Natação de Barcelona em 2003, com a tenra idade de 18 anos mas com a esperança de não deixar os seus créditos, por braçadas alheias. Saiu do certame com quatro medalhas de ouro, nos 200 metros mariposa, 200 metros estilos, 400 metros estilos e estafeta 4x100 estilos e com outros tantos recordes mundiais.
Um ano depois, tornou-se o primeiro nadador a qualificar-se em seis provas individuais para uma edição dos Jogos Olímpicos. Em Atenas, impressionou todo o mundo ao estabelecer novos recordes e subir ao pódio por oito vezes.
Michael Phelps, que tinha apenas 19 anos em 2004, não podia ter começado melhor a sua participação nos Jogos Olímpicos de Atenas, a 14 de Agosto de 2004, ao ganhar a medalha de ouro dos 400 metros estilos, batendo o recorde mundial da distância, fixando-o em 4m8,26s. Os restantes lugares do pódio foram ocupados pelo também norte-americano Erik Vendt (4m11s81) e pelo húngaro Laszlo Cseh (4m12s15).Phelps conquistou, desta forma, a sua primeira medalha olímpica em Atenas, num total de oito provas em que competiu.
A 15 de Agosto de 2004, disputou-se a final da estafeta dos 4x100m livres, ganha pela selecção da África do Sul, que estabeleceu um novo recorde do mundo, com o tempo de 3m13,17s. A Austrália foi medalha de prata e os Estados Unidos medalha de bronze. O terceiro lugar conquistado pela equipa norte-americana deitou por terra a ambição de Phelps de bater o recorde de sete medalhas de ouro conquistadas pelo também norte-americano Mark Spitz, nos Jogos Olímpicos de Munique, em 1972.
A 16 de Agosto de 2004, Ian Thorpe, retirou a possibilidade a Michael Phelps de igualar a marca de Mark Spitz nos Jogos Olímpicos de Munique, ao vencer a prova dos 200m livres, com o tempo 1m44,71 s. O holandês Pieter van den Hoogenband, campeão olímpico em Sydney, foi segundo e Phelps terceiro.
A 17 de Agosto de 2004, o jovem prodígio de Baltimore regressa à piscina para ganhar mais duas medalhas de ouro no espaço de uma hora. Primeiro batendo toda a concorrência na final dos 200m mariposa, distância de que é recordista mundial, fixando um novo máximo olímpico (1m54,01s), depois integrando a equipa norte-americana na estafeta dos 4x200m livres com o tempo de 7.07,33 minutos. A Austrália, com 7.07,46 minutos, e a Itália, com 7.11,83, conquistaram as medalhas de prata e bronze, respectivamente.
A 20 de Agosto de 2004, Michael Phelps conquistou a quinta medalha de ouro na final masculina de 100 metros mariposa, com o tempo de 51,25 segundos (novo recorde olímpico) e anuncia que abdicou de participar na prova de 4x100m estilos, a favor do nadador Ian Crocker, alegando que os Estados Unidos chegaram a Atenas como equipa e que vão sair de Atenas também como equipa. A equipa dos Estados Unidos ganhou a medalha de ouro, e como Michael Phelps tinha participado nas eliminatórias, automaticamente ganhou a medalha de ouro, a sexta nos Jogos Olímpicos de Atenas.
Com as oito medalhas conquistadas, em Atenas, Michael Phelps tornou-se o atleta com maior número de medalhas ganhas numa única Olimpíada, quebrando o recorde que pertencia a Alexander Dityatin desde os Jogos Olímpicos de Moscovo.
Os seus títulos internacionais e os seus vários recordes mundiais, fizeram com que ele fosse designado o Nadador do Ano por três vezes, em 2003, 2004, e 2006.
Em Novembro de 2004, o menino exemplar foi preso por conduzir com álcool na sua cidade natal, Baltimore.
A multa foi a bagatela de 310 dólares, mas o facto foi empolado pelos jornais, numa altura em que Michael Phelps colhia os louros pela sua excelente prestação em Atenas. Phelps teve de comparecer a uma aula sobre condução e alcoolismo e fazer trabalho social, dando palestras a estudantes sobre os perigos do álcool e das drogas ilegais.
Nos Mundiais de Natação de Montreal em 2005, Michael Phelps junta mais cinco medalhas de ouro ao seu currículo: medalhas de ouro, nos 200 metros livres, 200 metros estilos, estafeta 4x100 livres, estafeta 4x200 livres, estafeta 4x100 estilos.
Em 2007 Michael Phelps partiu para os Mundiais de Natação em Melbourne com o sonho de conquistar oito medalhas de ouro, mas o seu compatriota, Ian Crocker, fez uma falsa partida que desqualificou a equipa de estafeta americana de 4x100 metros estilos nas eliminatórias, levando o “Baltimore Kid” a adiar o sonho.
Phelps "apenas" ganhou sete medalhas, igualando assim a proeza do seu compatriota Mark Spitz. Michael Phelps venceu as sete finais em que participou, um resultado ainda melhor do que o de Mark Spitz nos Jogos Olímpicos de Munique, em 1972, pois conquistou cinco títulos individuais em Melbourne, enquanto Spitz só ganhou quatro.
Nestes Mundiais, Phelps, que na altura tinha 21 anos, tornou-se o nadador com mais medalhas na história dos Mundiais (20) de natação. Ultrapassou também o australiano Ian Thorpe, já retirado, que venceu seis provas em Fukuoka, em 2001.
Em Melbourne, Phelps foi o primeiro nos 200 livres, 100 e 200 mariposa, 200 e 400 estilos, individualmente, a que juntou os títulos colectivos das estafetas de 4x100 e 4x200 livres, integrado na equipa dos Estados Unidos.
O corpo de Michael Phelps foi moldado para viver na água; têm uns braços extremamente compridos - a distância entre uma mão e outra, quando está de braços abertos, é maior que a altura de seu corpo - que garantem braçadas excepcionalmente fortes. Além disso, Michael Phelps possui pernas curtas, que oferecem menor resistência à água e auxiliam na flutuação. Quando está fora da água, o nadador parece um “pinguim”.
Em Janeiro, deste ano, Michael Phelps seguiu para o Centro de Treino Olímpico, dos Estados Unidos para um mês de preparação. Nadou cerca de 12 a 16 quilómetros por dia, combinando a rotina da natação com musculação, exercícios cardio-respiratórios e, principalmente, treinos para grandes altitudes. A rotina normal de treino de Michael Phelps inclui, além das piscinas, musculação todas as manhãs e exercícios específicos de preparação física, dentro e fora da água.
Este intensivo treino, tem apenas um objectivo: conquistar as oito medalhas de ouro com que sonha nos Jogos Olímpicos de Pequim e superar a marca histórica do nadador americano Mark Spitz, que conquistou sete medalhas de ouro nos Jogos de Munique, em 1972.
No dia 9 de Agosto, Michael Phelps começou da melhor maneira a sua participação nas Olimpíadas de Pequim ao vencer a medalha de ouro dos 400 metros estilo com o tempo recorde de 4:03:84 que passa a constituir novo máximo mundial.
No dia 11 de Agosto, na prova mais espectacular, até agora, de natação destes Jogos Olímpicos, Michael Phelps manteve vivo o sonho de bater o recorde de Mark Spitz ao vencer a final da estafeta dos 4x100m livres. Com uma incrível ultrapassagem nas últimas braçadas, a equipa dos Estados Unidos garantiu a vitória e bateu o recorde mundial com o tempo de 3m08s24, uns incríveis 3s99 abaixo da anterior marca, conquistada na véspera pelos próprios EUA, com a equipa de reserva.
Michael Phelps, Garrett Weber-Gale, Cullen Jones e Jason Lezak foram os nadadores que conseguiram a façanha.
No dia 12 de Agosto de 2008, Michael Phelps conquistou mais uma medalha de ouro com recorde mundial em Pequim, e entrou de vez para a história dos Jogos Olímpicos. O nadador de Baltimore venceu a final dos 200m livres, realizada no Cubo de Água, com o tempo de 1m42s96, e igualou o recorde histórico de nove medalhas de ouro nos Jogos Olímpicos.
Com nove medalhas de ouro, Michael Phelps igualou o recorde de Carl Lewis (atletismo, em quatro J.O.), Mark Spitz (natação, em dois J.O.), Paavo Nurmi (atletismo, em três J.O) e Larissa Latynina (ginástica, em três J.O). O nadador americano, também se tornou o atleta que mais vezes estabeleceu recordes mundiais. Até ao momento, Michael Phelps já estabeleceu 24 novos recordes mundiais.
No dia 13 de Agosto, o “Baltimore Kid” tornou-se no atleta com maior número de medalhas de ouro em Jogos Olímpicos, depois de ganhar mais duas em Pequim. O nadador norte-americano bateu o recorde de medalhas de ouro ao vencer as finais dos 200m mariposa e da estafeta 4x200m livres com mais dois recordes mundiais (1m52s03 e 6m58s56), na piscina do Cubo de Água, em Pequim.
Com onze medalhas de ouro em três Olimpíadas (Sydney 2000, Atenas 2004 e Pequim 2008), Michael Phelps supera as nove medalhas douradas conquistadas por Carl Lewis, Mark Spitz ,Paavo Nurmi e Larissa Latynina.A juntar a estas onze medalhas já conquistadas há o facto de cada vez que Michael Phelps entra na água, bater mais um recorde mundial. Neste momento já bateu por 26 vezes os recordes mundiais nas diferentes categorias.

Aos onze títulos de Michael Phelps há que juntar ainda as duas medalhas de bronze conquistadas em Atenas. Com treze medalhas olímpicas no total, Michael Phelps pode ainda bater o recorde, de atleta masculino com mais medalhas olímpicas, detido pelo ginasta soviético Nikolai Andrianov, vencedor de 15 medalhas (sete de ouro, cinco de prata e três de bronze, em Munique 1972, Montreal 1976 e Moscovo 1980).
Depois de um dia de descanso, Michael Phelps entra novamente em acção a 15 de Agosto, para conquistar a sua sexta medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Pequim, ao vencer a final dos 200 metros estilos e com novo recorde Mundial. Michael Phelps consegue um pleno: seis finais, seis medalhas, seis recordes do mundo.
O “Baltimore Kid” cumpriu a prova em 1m54,23s e melhorou em 57 centésimos de segundo o anterior recorde (1m54,80s), que já lhe pertencia e tinha sido estabelecido a 4 de Julho de 2008, em Omaha, Estados Unidos.
A medalha de prata foi para o húngaro Laszlo Cseh, que nadou em 1m56,52s, enquanto o também norte-americano Ryan Lochte foi medalha de bronze com 1m56,53s.
No dia 16 de Agosto, Michael Phelps entra no Cubo de Água, para disputar os 100 m mariposa, a única distância em que compete que não é recordista mundial. O recorde da distância pertence ao seu compatriota, amigo e rival, Ian Crocker.
Era a prova de fogo rumo à conquista das almejadas oito medalhas nos Jogos. Após uma emocionante final, Michael Phelps vence a sua sétima medalha, com o recorde olímpico de 50s58, com uma vantagem de apenas um centésimo de segundo, sobre o nadador sérvio Milorad Cavic, antigo recordista olímpico.
Ian Crocker, recordista mundial da distância, que era considerado como o único capaz de travar Michael Phelps rumo à conquista das oito medalhas de ouro, quedou-se pelo quarto lugar a um centésimo do australiano Andrew Lauterstein.
Com esta vitória Michael Phelps igualou o recorde de 36 anos do seu compatriota Mark Spitz e também, o recorde de atleta masculino com mais medalhas olímpicas, detido, até hoje, pelo ginasta soviético Nikolai Andrianov, vencedor de 15 medalhas (sete de ouro, cinco de prata e três de bronze, em Munique 1972, Montreal 1976 e Moscovo 1980).
No último dia da natação nestes Jogos Olímpicos, 17 de Agosto de 2008, Michael Phelps entrou no Cubo de Água, com um único objectivo: ganhar a sua oitava medalha de ouro e bater o mítico recorde do seu compatriota Mark Spitz, conseguido nos Jogos de Munique em 1972.
Phelps venceu.
Na equipa norte-americana de estafeta dos 4x100 metros estilos, Michael Phelps nadou o terceiro percurso (mariposa), depois de Aaron Peirsol (costas) e Brendan Hansen (bruços), e passou a equipa do terceiro para o primeiro lugar, que Jason Lezak (livres) não deixou fugir. No final a equipa americana registava um novo máximo mundial com o tempo 3m29,34s, o vigésimo sétimo recorde mundial da sua carreira.
Com esta vitória, Michael Phelps passou a somar 14 medalhas de ouro olímpicas (ganhou seis em Atenas 2004), reforçando um recorde que havia batido a 13 de Agosto.
Também, com a medalha esta medalha (16 medalhas olímpicas no total), Phelps passou a ser o atleta masculino mais medalhado de sempre, estando, em absoluto, no segundo lugar a duas medalhas da ginasta soviética Larissa Latynina, que em três participações olímpicas (1956, 1960 e 1964), subiu 18 vezes ao pódio, recebendo 9 medalhas de ouro, 5 de prata e 4 de bronze. Um registo a bater nos Jogos Olímpicos de Londres em 2012.
O mito Phelps ganhou nestes Jogos Olímpicos os 400 estilos (4m03,84s), os 4x100 livres (3m08,24s), os 200 livres (1m42,96s), os 200 mariposa (1m52,03s), os 4x200 livres (6m58,56s) e os 200 estilos (1m54,23s) e os 4x100 metros estilos (3m29,34s) todas estas vitórias com recordes mundiais, e os 100 mariposa (50,58s), com recorde olímpico.
Phelps Suspenso por 3 Meses
(Fontes: Wikipédia, Lusa, O Globo, Site Oficial de Michael Phelps, DN e Público).

sábado, agosto 16, 2008

Usain Bolt


O jamaicano Usain Bolt, nascido a 21 de Agosto de 1986 (21 anos), é o homem mais rápido do mundo, depois de ter batido, mais uma vez, o seu próprio recorde mundial, na final da prova-rainha do atletismo mundial nos Jogos Olímpicos de Pequim,com o tempo de 9s69.

Depois da eliminação, de forma surprendente, de Tyson Gay ficou sub-entendido que o duelo nesta final dos 100 metros seria entre Bolt e Powell, mas este, mostrou estar muito longe dos seus melhores dias.Na final dos 100m, Usain Bolt humilhou os concorrentes, batendo no peito antes da linha de chegada e aparentemente, batendo o record mundial, de uma forma displicente.
Os três medalhados nos 100m: Walter Dix (bronze), Richard Thompson (prata) e Usain Bolt (ouro).
O atleta Richard Thompson, de Trinidad e Tobago, ganhou a medalha de prata, com o tempo de 9s89. A medalha de bronze foi para o norte-americano Walter Dix, que fez a prova em 9s91. Churandy Martina, das Antilhas Holandesas, foi quarto, com 9s93 e a grande decepção da prova Asafa Powell, foi quinto, com 9s95.

Phelps Iguala Spitz


Michael Phelps venceu hoje a sua sétima medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Pequim, e igualou os sete triunfos de Mark Spitz nos Jogos de Munique 1972.
Com apenas um centésimo de segundo de vantagem, Michael Phelps venceu a emocionante final dos 100m mariposa e ainda bateu o recorde olímpico da prova com o tempo de 50s58. O nadador sérvio Milorad Cavic, antigo recordista olímpico (50s76), ficou com a medalha de prata (50s59) e o australiano Andrew Lauterstein, ficou com a medalha de bronze (50s12).
Ian Crocker, recordista mundial da distância, que era considerado como o único capaz de travar Michael Phelps rumo à conquista das oito medalhas de ouro, quedou-se pelo quarto lugar a um centésimo do australiano Andrew Lauterstein.
Para ultrapassar o recorde de Mark Spitz e conquistar a oitava medalha de ouro, falta a Phelps uma vitória na final da estafeta 4x100 metros estilos, marcada para amanhã.
O “Baltimore Kid” fará o terceiro percurso, em mariposa, e se a equipa norte-americana terminar em primeiro lugar, Michael Phelps enterrará definitivamente o recorde do seu compatriota Mark Spitz. O atleta com o maior número de medalhas de ouro na história dos Jogos Olímpicos da Era Moderna está a 400 metros (100 m para cada um dos elementos da equipa norte-americana) de distância de concretizar o seu sonho e fazer história.