
Fotografia: Jeff Widener/AP Photo
Quando as luzes se acenderam às 4h30 da madrugada, para o ataque final das tropas aos manifestantes da Praça de Tiananmen, um homem franzino, com sacos de plástico nas mãos, colocou-se na Avenida da Paz Eterna, em frente de uma coluna de tanques.
O jovem recusou-se a sair da frente do alinhamento dos veículos militares e o condutor do tanque, também se recusou a avançar. Acaba por subir e falar com o condutor. O mito urbano diz que ele gritou: "Não matem mais o meu povo". O seu destino é desconhecido, depois de ter sido levado para o meio da multidão.
O jovem recusou-se a sair da frente do alinhamento dos veículos militares e o condutor do tanque, também se recusou a avançar. Acaba por subir e falar com o condutor. O mito urbano diz que ele gritou: "Não matem mais o meu povo". O seu destino é desconhecido, depois de ter sido levado para o meio da multidão.
Logo a seguir, o sangue correria na Praça de Tiananmen, mas a imagem demonstrou a mais de mil milhões de chineses que a esperança estava viva.
Em 1999, a revista Time colocou o “Rebelde Desconhecido” entre os 20 mais “influentes líderes e revolucionários do século”.
Em 1999, a revista Time colocou o “Rebelde Desconhecido” entre os 20 mais “influentes líderes e revolucionários do século”.












A seguir, a família permitiu que o fabricante italiano de moda Benetton usasse a imagem num anúncio. A fotografia foi colorida sobre supervisão de Oliviero Toscani e a Benetton afirmou que a intenção da sua apresentação estilizada era levar as pessoas a reflectir sobre a epidemia da SIDA. Mas enquanto a LIFE foi aplaudida por humanizar a SIDA, a Benetton foi duramente criticada por explorar a miséria humana para fins comerciais. 


