domingo, janeiro 09, 2005

Só Contra Todos


Fotografia www.diariodigital.sapo.pt
Depois da recusa de Cavaco Silva, em aparecer nos cartazes de pré-campanha eleitoral do PSD, Pedro Santana Lopes optou por aparecer sozinho nos novos cartazes que deverão começar a ser colocados amanhã.
O slogan utilizado "Contra ventos e marés. A favor de Portugal" , que traduzido é só contra todos, mais parece uma mensagem para dentro do própio partido e de vitimização, que um slogan de quem pretende chegar a uma vitória nas eleições do próximo dia 20 de Fevereiro.
De todas as maneiras, uma das coisas que os portugueses estão fartos de ouvir falar é de ... ondas, ventos e marés.

12 comentários:

Ricardo disse...

Ridículo! Exprime a postura de Santana na vida, quizilento onde tudo é uma guerra e ele a pobre vítima! Como deixamos esta personagem ganhar tanto protagonismo! Penitenciem-se, eleitores de Lisboa. E espero que não seja este o estilo que os portugueses querem ver à frente de Portugal nos proximos anos!

mfc disse...

... nas ondas da desgraça!
E ainda por cima é um chato!

Anónimo disse...

o-blog-dos-apontamentos.blogspot.com/

Anónimo disse...

tábonito o carapau...mas tão sozinho, lol

maryjo em

http://www.pianinhodosapo.blogs.sapo.pt

SKN disse...

Pois, e terramotos...

All souls... Reast in peace

Anónimo disse...

E não haja um vento que o leve para longe... bem longe.

JOANA disse...

Colocou só a fuça dele, porque de certa forma era só a dele que poderia colocar... Ele está esperançado que irá ganhar... Enfim...

Angela disse...

Não está lá muito adequado... =( Parece que quer lutar contra todos, quando deveria era mostrar que estava a favor de todos.

mgbon disse...

É tão vago, que não chega a dizer nada, o que aliás denota uma certa coerência. Para além disso, diria que é de mau gosto usar essa frase logo após ao maremoto de 26 de Dezembro.

mgbon disse...

É tão vago, que não chega a dizer nada, o que aliás denota uma certa coerência. Para além disso, diria que é de mau gosto usar essa frase logo após ao maremoto de 26 de Dezembro.

mgbon disse...

É tão vago, que não chega a dizer nada, o que aliás denota uma certa coerência. Para além disso, diria que é de mau gosto usar essa frase logo após ao maremoto de 26 de Dezembro.

Anónimo disse...

Eu… até tinha uma certa fé neste Senhor, mas agora…!